
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Lídia Jorge - testemunho
Testemunho de Lídia Jorge sobre a sessão À conversa com... realizada na Biblioteca Municipal na passada sexta-feira, dia 27 de Maio.

sábado, 14 de maio de 2011
A Passarada
Ontem, mais uma vez com aquela paisagem soberba à nossa frente, o bando reuniu. Sentimos algumas ausências (justificadas, claro!), mas podemos anunciar que entraram novos pássaros. Ainda é cedo para terem nome...
O voo foi bem mais alto. As Cantoras dão mais luta, mas muito mais gozo... Que agradável que foi toda aquela animação e troca de cacarejos, sem bicadas... Semana agitada para os que ainda não chegaram ao fim. A curiosidade é muita.
Até lá, bicadas ternas da vossa
O voo foi bem mais alto. As Cantoras dão mais luta, mas muito mais gozo... Que agradável que foi toda aquela animação e troca de cacarejos, sem bicadas... Semana agitada para os que ainda não chegaram ao fim. A curiosidade é muita.
Até lá, bicadas ternas da vossa
Escrevedeira
domingo, 1 de maio de 2011
FOSSE EU REI DO MUNDO
[...]
Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho.
Carlos Drummond de Andrade, “para sempre” [extracto]'
carlos ponte
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Almanaque Bertrand 2011-2012
No dia 23 de Abril, para comemorar o Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor, a Bertrand lançou o n.º 71 do Almanaque Bertrand (2011/2012), quarenta anos depois da edição do último número (n.º 70) do mítico Almanaque Literário Bertrand.
“O primeiro número data do final do século XIX. No mês em que se comemora o Dia Mundial do Livro, o histórico Almanaque Bertrand regressa, em exclusivo, às livrarias Bertrand: contos, poemas, passatempos, calendários, receitas literárias, prazeres, listas, crónicas, palavras cruzadas, horóscopos, lugares, citações, efemérides, curiosidades, ilustrações, entre outras páginas. E livros. Muitos livros.”
(Fonte: Bertrand)
“O primeiro número data do final do século XIX. No mês em que se comemora o Dia Mundial do Livro, o histórico Almanaque Bertrand regressa, em exclusivo, às livrarias Bertrand: contos, poemas, passatempos, calendários, receitas literárias, prazeres, listas, crónicas, palavras cruzadas, horóscopos, lugares, citações, efemérides, curiosidades, ilustrações, entre outras páginas. E livros. Muitos livros.”
(Fonte: Bertrand)
Desta publicação que agora ressurge, destaco a página 169 com uma referência à Biblioteca Municipal de Viana do Castelo:
Rui Faria Viana
sábado, 23 de abril de 2011
DIA MUNDIAL DO LIVRO
“Lembro-me […] das tempestuosas prelecções que o Leandro recebia do tio, que terminavam em bofetadas […] de cada vez que topavam com uma palavra abstrusa que o pobre moço […] nunca conseguiu dizer correctamente. A aziaga palavra era «acelga», que ele pronunciava «a cega». Berrava-lhe o tio: «acelga, meu burro, acelga!», e o Leandro, já à espera da estalada, repetia: «A cega.» Nem a agressão de um nem a penosa angústia do outro valiam a pena, o pobre rapaz, ainda que o matassem, sempre haveria de dizer «a cega».”
in "As Pequenas Memórias", José Saramago
Para todos os que, apesar de terem aprendido a ler à estalada, não perderam o amor aos livros.
carlos ponte
carlos ponte
quarta-feira, 13 de abril de 2011
À conversa com... Lídia Jorge
Dia 27 de Maio, às 21.30 horas, na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, vamos estar À conversa com... Lídia Jorge, a propósito do seu mais recente livro intitulado "A Noite das Mulheres Cantoras", editado pela Dom Quixote.
“Há uma pergunta que percorre este romance de Lídia Jorge, da primeira à última página: Quantas vítimas se deixam pelo caminho para se perseguir um objectivo? A acção decorre no final dos anos 80 do século XX e invoca um tema de inesperada audácia – o da força da idolatria e a construção do êxito – visto a partir do interior de um grupo, narrado 21 anos mais tarde, na forma de um monólogo. Como é habitual na obra da autora, a questão social é relevante – a força do todo e a aniquilação do indivíduo perante o colectivo são temas presentes neste livro. Mas aqui, tratando-se de um grupo fechado e dominado pela música, a parábola social submerge perante a descrição de um ambiente de grande envolvimento humano e de densidade poética. Servido por uma narrativa ao mesmo tempo rude e mágica, A Noite das Mulheres Cantoras propõe a quem o lê a história de seis figuras que passam a viver para sempre no nosso imaginário. A história de amor comovente que une as duas personagens principais, Solange de Matos e João de Lucena, é um daqueles episódios que iluminam a realidade e tornam indispensáveis a grande literatura sobre a vida de hoje, com os ingredientes próprios da cultura dos nossos dias..”"
Lídia Jorge nasceu em 1946, no Algarve. Da sua vasta obra destacam-se O Dia dos Prodígios (1980), O Cais das Merendas (1982), Notícia da Cidade Silvestre (1984), os dois últimos distinguidos com o Prémio Cidade de Lisboa, A Costa dos Murmúrios (1988), adaptado ao cinema num filme de Margarida Cardoso, e O Jardim sem Limites (1995), distinguido com o Prémio Bordallo de Literatura da Casa da Imprensa. O Vale da Paixão (1998) recebeu os seguintes prémios: Dom Dinis, Bordallo, Ficção do Pen Club, Máxima de Literatura e o Prémio Jean Monet de Literatura Europeia – Escritor Europeu do Ano, tendo sido ainda finalista do International IMPAC Dublin Literary Award 2003. O seu romance O Vento Assobiando nas Gruas (2002) conquistou o Grande Prémio de Romance e Novela da APE e o Prémio Correntes d’Escritas e o romance Combateremos a Sombra o Prémio Charles Bisset (2008). Pelo conjunto da sua obra foi vencedora do prestigiado prémio da Fundação Günter Grass, na Alemanha, ALBATROS (2006) e do Grande Prémio Sociedade Prtuguesa de Autores – Millennium BCP."
Lídia Jorge nasceu em 1946, no Algarve. Da sua vasta obra destacam-se O Dia dos Prodígios (1980), O Cais das Merendas (1982), Notícia da Cidade Silvestre (1984), os dois últimos distinguidos com o Prémio Cidade de Lisboa, A Costa dos Murmúrios (1988), adaptado ao cinema num filme de Margarida Cardoso, e O Jardim sem Limites (1995), distinguido com o Prémio Bordallo de Literatura da Casa da Imprensa. O Vale da Paixão (1998) recebeu os seguintes prémios: Dom Dinis, Bordallo, Ficção do Pen Club, Máxima de Literatura e o Prémio Jean Monet de Literatura Europeia – Escritor Europeu do Ano, tendo sido ainda finalista do International IMPAC Dublin Literary Award 2003. O seu romance O Vento Assobiando nas Gruas (2002) conquistou o Grande Prémio de Romance e Novela da APE e o Prémio Correntes d’Escritas e o romance Combateremos a Sombra o Prémio Charles Bisset (2008). Pelo conjunto da sua obra foi vencedora do prestigiado prémio da Fundação Günter Grass, na Alemanha, ALBATROS (2006) e do Grande Prémio Sociedade Prtuguesa de Autores – Millennium BCP."Rui Faria Viana
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