segunda-feira, 28 de maio de 2012

sexta-feira, 11 de maio de 2012

À conversa com... Onésimo Teotónio Almeida

Dia 25 de Maio, às 21.30 horas, na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, vamos estar À conversa com... Onésimo Teotónio Almeida, a propósito do seu livro "Onésimo português sem filtro".


 O Autor
 

Onésimo Teotónio Almeida nasceu no Pico da Pedra, S. Miguel, Açores, em 1946. Professor Catedrático no Departamento de Estudos Portugueses e Brasileiros da Brown University, Providence, Rhode Island, EUA, de que foi director de 1991-2003. Lecciona na Brown desde 1975. Doutorado em Filosofia pela Brown University (1980), é Fellow do Wayland Collegium for Liberal Learning, um Instituto de Estudos Interdisciplinares na Brown University, onde lecciona uma cadeira sobre Valores e Mundivi-dências. Foi cronista regular no Diário de Notícias e da revista Ler e no Jornal de Letras.

Publicações colectivas: tem mais de uma centena de ensaios e textos diversos em livros colectivos publicados em Portugal, Estados Unidos, Brasil, França e Inglaterra.

Alguns dos títulos publicados (crónicas, teatro, ensaios, contos…) entre outros:


1975 - Crónicas: da vida quotidiana da L(USA)lândia
1976 - L(USA)lândia: a décima ilha
1978 - Teatro: Ah! Mónim du Corisco!
1983 - (Sapa)teia americana
1985 - José Rodrigues Miguéis: Lisbon in Manhattan
1986 - Da Literatura Açoriana – Subsídios para um Balanço
1994 - Que nome é esse, ó Nézimo? e Outros advérbios de dúvida
1997 - Rio Atlântico
2001 - Viagens na minha era
2004 - Prosemas: onze prosemas (e um final merencório)
2006 - Livro-me do desassossego
2007 - Aventuras de um Nabogador & outras estórias-em-sanduíche
2009 - De Marx a Darwin: A Desconfiança das Ideologias - Prémio Seeds of Science para Ciências Sociais e Humanidades 2009
2010 - O peso do hífen: ensaios sobre a experiência Luso-Americana
2011 – Onésimo: português sem Filtro: Uma antologia


Onésimo
Português sem Filtro

sinopse

Portugal, os portugueses, a América, os americanos, os luso-americanos e os Açores acabam fundindo-se osmoticamente nestas páginas, porque nelas inscrevi o quotidiano dos mundos que habito, as personagens que encontrei, as minhas ou as nossas dúvidas e interrogações, as agruras e os prazeres da vida, mais a graça e as ironias com que ela gosta de nos brindar se estamos atentos. A unidade delas está na diversidade que afinal -vou reparando -todos vestimos, na procura do sentido da vida e das coisas. As estórias aqui cerzidas em cadeia poderão parecer demasiado sorridentes para os profissionais do cinzento e do pessimismo nacional (não haverá aí um espírito empreendedor que monte uma empresa de exportação desse produto lusitano?), sobretudo agora que o fado e os fados da nossa história parecem querer tratar-nos do funeral. Elas aspiram a animar os ainda com fôlego e capacidade de resistência.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Mia Couto

Impressão de Mia Couto sobre a conversa na Biblioteca Municipal quando do lançamento do seu livro "A confissão da leoa".



Conversa com Mia Couto

O escritor Mia Couto no lançamento do seu novo livro "A confissão da leoa", na Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, no passado dia 27 de Maio.












segunda-feira, 23 de abril de 2012

TODOS OS LIVROS


- Qual é o teu favorito?
- Não tenho um favorito. Não há livros separados de outros. Todos os livros que falam do mar, desde a Odisseia até ao último romance de Patrick O’Brian, estão interligados, como uma biblioteca.
- A biblioteca de Borges…
- Não sei. Nunca li nada desse Borges. Mas é verdade o que digo, que o mar se parece com uma biblioteca.
Arturo Pérez Reverte, “O cemitério dos barcos sem nome

segunda-feira, 16 de abril de 2012

À conversa com... MIA COUTO

Dia 4 de Maio, às 21.30 horas, na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal, vamos estar À conversa com... Mia Couto, a propósito do lançamento em Viana do Castelo do seu mais recente livro intitulado "A confissão da leoa".


Mia Couto nasceu na Beira, Moçambique, em 1955. Foi jornalista e professor, e é, atualmente, biólogo e escritor. Está traduzido em diversas línguas. Entre outros prémios e distinções (de que se destaca a nomeação, por um júri criado para o efeito pela Feira Internacional do Livro do Zimbabwe, de Terra Sonâmbula como um dos doze melhores livros africanos do século xx), foi galardoado, pelo conjunto da sua já vasta obra, com o Prémio Vergílio Ferreira 1999  e com o Prémio União Latina de Literaturas Românicas 2007. Ainda em 2007 Mia foi distinguido com o Prémio Passo Fundo Zaffari & Bourbon de Literatura pelo seu romance O Outro Pé da Sereia. Jesusalém, o seu último romance, foi considerado um dos 20 livros de ficção mais importantes da «rentrée» literária francesa por um júri da estação radiofónica France Culture e da revista Télérama.
Em 2011 venceu o Prémio Eduardo Lourenço, que se destina a premiar o forte contributo de Mia Couto para o desenvolvimento da língua portuguesa. A Confissão da Leoa é o seu mais recente livro.

A confissão da leoa

Sinopse
Um acontecimento real – as sucessivas mortes de pessoas provocadas por ataques de leões numa remota região do norte de Moçambique – é pretexto para Mia Couto escrever um surpreendente romance. Não tanto sobre leões e caçadas, mas sobre homens e mulheres vivendo em condições extremas. Como afirma um dos personagens, «aqui não há polícia, não há governo, e mesmo Deus só há às vezes». E a Confissão da Leoa, através da versão de Mariamar, habitante da aldeia de Kulumani, e do diário de Gustavo Baleiro, o caçador contratado para matar os leões – os dois narradores desta história – vai expondo diante dos nossos olhos como a guerra, a fome, a superstição, podem transformar os homens em animais selvagens: «foi a vida que a desumanizou. Tanto a trataram como um bicho que você se pensou um animal». Sobre e contra este pano de fundo ergue-se uma extraordinária figura de mulher – Mariamar.
A Confissão da Leoa é bem um romance à altura de Terra Sonâmbula e Jesusalém, já conhecidos do leitor português.