terça-feira, 12 de junho de 2012

À conversa com... José Eduardo Agualusa

Dia 22 de Junho, às 21.30 horas, na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, vamos   conversar com... José Eduardo Agualusa, a propósito do seu  último livro intitulado "Teoria Geral do Esquecimento".



O Autor


José Eduardo Agualusa nasceu na cidade do Huambo, em Angola, a 13 de Dezembro de 1960. Estudou Agronomia e Silvicultura em Lisboa. Nos últimos 10 anos tem vivido entre Angola, Portugal e o Brasil. Iniciou a sua carreira literária em 1988, com a publicação de um romance histórico, A Conjura.

É autor de uma vasta obra que inclui romances, novelas, contos, crónicas, teatro, livros infantis, um livro de reportagens e um relato de viagens. As suas obras estão publicadas em mais de vinte países. Ao seu romance O Vendedor de Passados foi atribuído o Prémio Independent – Ficção Estrangeira.

Teoria Geral do Esquecimento é o seu mais recente romance.


Teoria Geral do Esquecimento

Sinopse



Luanda, 1975, véspera da Independência. Uma mulher portuguesa, aterrorizada com a evolução dos acontecimentos, ergue uma parede separando o seu apartamento do restante edifício - do resto do mundo. Durante quase trinta anos sobreviverá a custo, como uma náufraga numa ilha deserta, vendo, em redor, Luanda crescer, exultar, sofrer. Teoria Geral do Esquecimento é um romance sobre o medo do outro, o absurdo do racismo e da xenofobia, sobre o amor e a redenção.



sexta-feira, 1 de junho de 2012

À conversa com... Raquel Ochoa

Dia 8 de Junho, às 21.30 horas, na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, vamos estar À conversa com... Raquel Ochoa, a propósito do seu livro "A Infanta Rebelde".


 A Autora


Raquel Ochoa nasceu em 1980, em Lisboa. Na sequência de uma viagem de vários meses pela América Central e do Sul, editou O Vento dos Outros, em 2008. No mesmo ano publicou Bana – uma Vida a Cantar Cabo Verde, a biografia de um mais populares músicos africanos.

Em 2009 venceu o Prémio Literário Revelação Agustina Bessa-Luís, com o romance A Casa- Comboio, a saga de uma família indo-portuguesa ao longo de quatro gerações. A Infanta Rebelde é a sua primeira obra publicada pela Oficina do Livro.


Sinopse



Neta de D. Miguel I e última filha de D. Miguel II, Maria Adelaide de Bragança, Infanta de Portugal, nasceu em Janeiro de 1912.
Desde muito cedo, foi testemunha de um mundo em transformação. Assistiu à queda de impérios, viveu por dentro duas guerras mundiais e participou activamente na resistência contra os nazis. Por duas vezes esteve presa e em ambas foi condenada à morte. A intervenção directa de Salazar numa delas e um desenlace surpreendente noutra permitiram que continuasse a sua luta.
Ao chegar a Portugal, já casada, com o seu estilo sincero, directo e inconformado, continuou a defender as ideias em que acreditava, no auxílio aos mais desfavorecidos, desagradando a uma sociedade que considerava a sua actuação pouco adequada a uma pessoa da sua condição.
A Infanta Rebelde mostra-nos a vida de uma figura absolutamente ímpar na História Contemporânea de Portugal, mas, acima de tudo, o retrato de uma mulher que teve a coragem de ultrapassar todos os obstáculos e lutar pelo ideal que dava sentido à sua vida tornar a sociedade, tal como a sua natureza, mais justa e benévola.


segunda-feira, 28 de maio de 2012

sexta-feira, 11 de maio de 2012

À conversa com... Onésimo Teotónio Almeida

Dia 25 de Maio, às 21.30 horas, na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, vamos estar À conversa com... Onésimo Teotónio Almeida, a propósito do seu livro "Onésimo português sem filtro".


 O Autor
 

Onésimo Teotónio Almeida nasceu no Pico da Pedra, S. Miguel, Açores, em 1946. Professor Catedrático no Departamento de Estudos Portugueses e Brasileiros da Brown University, Providence, Rhode Island, EUA, de que foi director de 1991-2003. Lecciona na Brown desde 1975. Doutorado em Filosofia pela Brown University (1980), é Fellow do Wayland Collegium for Liberal Learning, um Instituto de Estudos Interdisciplinares na Brown University, onde lecciona uma cadeira sobre Valores e Mundivi-dências. Foi cronista regular no Diário de Notícias e da revista Ler e no Jornal de Letras.

Publicações colectivas: tem mais de uma centena de ensaios e textos diversos em livros colectivos publicados em Portugal, Estados Unidos, Brasil, França e Inglaterra.

Alguns dos títulos publicados (crónicas, teatro, ensaios, contos…) entre outros:


1975 - Crónicas: da vida quotidiana da L(USA)lândia
1976 - L(USA)lândia: a décima ilha
1978 - Teatro: Ah! Mónim du Corisco!
1983 - (Sapa)teia americana
1985 - José Rodrigues Miguéis: Lisbon in Manhattan
1986 - Da Literatura Açoriana – Subsídios para um Balanço
1994 - Que nome é esse, ó Nézimo? e Outros advérbios de dúvida
1997 - Rio Atlântico
2001 - Viagens na minha era
2004 - Prosemas: onze prosemas (e um final merencório)
2006 - Livro-me do desassossego
2007 - Aventuras de um Nabogador & outras estórias-em-sanduíche
2009 - De Marx a Darwin: A Desconfiança das Ideologias - Prémio Seeds of Science para Ciências Sociais e Humanidades 2009
2010 - O peso do hífen: ensaios sobre a experiência Luso-Americana
2011 – Onésimo: português sem Filtro: Uma antologia


Onésimo
Português sem Filtro

sinopse

Portugal, os portugueses, a América, os americanos, os luso-americanos e os Açores acabam fundindo-se osmoticamente nestas páginas, porque nelas inscrevi o quotidiano dos mundos que habito, as personagens que encontrei, as minhas ou as nossas dúvidas e interrogações, as agruras e os prazeres da vida, mais a graça e as ironias com que ela gosta de nos brindar se estamos atentos. A unidade delas está na diversidade que afinal -vou reparando -todos vestimos, na procura do sentido da vida e das coisas. As estórias aqui cerzidas em cadeia poderão parecer demasiado sorridentes para os profissionais do cinzento e do pessimismo nacional (não haverá aí um espírito empreendedor que monte uma empresa de exportação desse produto lusitano?), sobretudo agora que o fado e os fados da nossa história parecem querer tratar-nos do funeral. Elas aspiram a animar os ainda com fôlego e capacidade de resistência.