segunda-feira, 24 de junho de 2013
À conversa com... Domingos Amaral
Fotorreportagem da conversa com o escritor Domingos Amaral, realizada no dia 21 de Junho de 2013, na Biblioteca Municipal.
segunda-feira, 3 de junho de 2013
À conversa com... Domingos Amaral
No próximo dia 21 de Junho, às 21.30 horas, na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal, vamos estar à conversa com DOMINGOS AMARAL a propósito do seu livro O RETRATO DA MÃE DE HITLER.
O Livro
No mesmo
dia em que Hitler morreu, 30 de abril de 1945, um coronel das SS chamado
Manfred apodera-se de um valioso tesouro nazi, roubando um cofre em Munique,
que contém alguns bens pessoais do próprio Führer, entre os quais uma pistola
dourada e o retrato da mãe de Hitler.
Perseguido
pelos judeus, Manfred acaba por chegar a Portugal, onde irá tentar vender o seu
tesouro aos colecionadores de relíquias nazis.
Jack Gil
Mascarenhas Deane já não trabalha para os serviços secretos ingleses, pois a
guerra acabou, mas a chegada do seu pai a Lisboa vai alterar a sua vida. O pai
é um colecionador de tesouros nazis e vai obrigar Jack Gil a ajudá-lo na sua
demanda pelos valiosos artefactos, que muitos nazis, como Manfred, tentam
vender em Lisboa, antes de fugirem para a América do Sul. Dividido entre o
desejo de ajudar o pai e o desejo de partir de Lisboa, Jack Gil está também
dividido nos seus amores, pois embora esteja apaixonado por Lui¬sinha, uma
portuguesa que adora cinema e acredita na democracia, fica perturbado pelo
regresso de Alice, o seu amor antigo, uma mulher duvidosa, misteriosa mas
entusiasmante, que fora a sua paixão de uns anos antes, e que desaparecera
certa noite da sua vida.
O Autor
Domingos
Amaral nasceu a 12 de outubro de 1967, em Lisboa. É casado e pai de quatro
filhos. Formado em Economia, pela Universidade Católica Portuguesa, onde é
atualmente professor da cadeira de Economia do Desporto, tem também um mestrado
em Relações Económicas Internacionais pela Universidade de Columbia, em Nova
Iorque.
Durante
muitos anos foi jornalista, primeiro no jornal O Independente, onde
trabalhou 11 anos; tendo depois sido diretor das revistas Maxmen,
durante sete anos, e GQ, por quatro anos. Além disso colaborou como
cronista em diversos jornais e revistas. Já tem sete romances publicados, todos
na Casa das Letras: Amor à Primeira Vista, O Fanático do
Sushi, Os Cavaleiros de São João Baptista,Enquanto Salazar
Dormia (já editado no Brasil, Polónia e Itália), Já Ninguém
Morre de Amor, Quando Lisboa Tremeu (também editado no
Brasil) e Verão Quente. Editou igualmente o livro de crónicas Cozido
à Portuguesa, e um livro sobre economia do futebol, com o título Porque
é que o FC Porto é campeão e o Benfica só ganha Taças da Liga?
quinta-feira, 23 de maio de 2013
quinta-feira, 2 de maio de 2013
À conversa com... Luís Miguel Rocha
Dia 17 de Maio, às 21.30 horas, na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, vamos estar À conversa com... Luís Miguel Rocha, a propósito do lançamento do seu livro intitulado "A filha do papa", editado pela Porto Editora.
O livro
Será o antissemitismo a
verdadeira razão para o Papa Pio XII não ter sido beatificado?
Quando Niklas, um jovem padre, é
raptado, ninguém imagina que esse acontecimento é apenas o início de uma grande
conspiração que tem como objetivo acabar com um dos segredos mais bem guardados
do Vaticano - a filha do Papa Pio XII.
Rafael, um agente da Santa Sé
fiel à sua Igreja e à sua fé, tem como missão descobrir quem se esconde por
detrás de todos os crimes que se sucedem e evitar a todo o custo que algo
aconteça à filha do Papa.
Conseguirá Rafael ser uma vez
mais bem-sucedido? Ou desta vez a Igreja Católica não será poupada?
O Autor
Luís Miguel Rocha nasceu em 1976
na cidade do Porto, onde mora depois de ter residido dois anos em Londres. Foi
repórter de imagem, tradutor e guionista. Atualmente, dedica-se em exclusivo à
escrita.
A Filha do Papa é o seu
sexto livro, depois de Um País Encantado (2005), O Último Papa
(2006), Bala Santa (2007), A Virgem (2009) e A Mentira Sagrada
(2011).
As suas obras estão publicadas em
mais de 30 países e foi o primeiro autor português a entrar para o top do The
New York Times. O Último Papa, bestseller internacional, vendeu mais de
meio milhão de exemplares em todo o mundo.
terça-feira, 9 de abril de 2013
Fotos da conversa com Francisco José Viegas
Fotos da conversa com Francisco José Viegas realizada no dia 5 de Abril de 2013, na Biblioteca Municipal, a proprósito do lançamento do seu novo livro intitulado "O Colecionador de Erva" (Porto Editora).
quinta-feira, 21 de março de 2013
SOBREVIVEREMOS À PAZ
Sobrevivemos à guerra – sobreviveremos à paz:
volta e meia acreditávamos que os períodos passados
nunca mais se repetiriam
e de facto, nunca se repetiam
(mas seguiam-se um após o outro),
a infância se foi para sempre,
não quis voltar a juventude perdida
e ninguém prestou contas
do nosso tempo desperdiçado.
Faltava-nos fé
e por isso acreditávamos em qualquer coisa
em qualquer luta falsa
mas não em luta solitária, porque cada um de nós
que a arriscou
teve de lutar contra as sombras de ferro,
[…]
Ryszard Krynicki, rosa do mundo, 2001 poemas para o futuro
segunda-feira, 18 de março de 2013
À conversa com... Francisco José Viegas
Dia 5 de Abril, às 21.30 horas, na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, vamos estar À conversa com... Francisco José Viegas, a propósito do lançamento do seu livro intitulado "O colecionador de erva".
O livro
Jaime Ramos, o
investigador protagonista dos livros de Francisco José Viegas, vê-se a braços
com duas investigações paralelas: a do assassínio de dois imigrantes russos
(antigos militares soviéticos), cujos corpos são encontrados no interior de um
carro semicarbonizado, nos arredores do Porto, e o desaparecimento de uma jovem
de vinte anos, oriunda de uma família tradicional do Minho. Se uma das
investigações o transporta às suas memórias de militante comunista e a uma
velha paixão pela literatura russa, a outra leva-o a um mundo onde coabitam
velhas famílias do Minho ou do Porto, sexo, marijuana, espionagem a políticos,
venda de armas, negócios em Angola e as memórias de um país que vive entre
ruínas (as do império e as das fortunas recentes e antigas), corrupção e luta
pelo poder, e que guarda os seus loucos no armário, para não parecer mal.
Com capítulos
perdidos nos quatro cantos do mundo (entre Portugal, Rússia, Angola, Brasil ou
Cabo Verde) O Colecionador de Erva funciona como uma montagem cinematográfica
sem princípio, meio ou fim, onde vários crimes são cometidos sem nexo aparente,
onde personagens aparecem e desaparecem sem justificação, e onde a solução
nunca está à vista senão apelando à nossa imaginação, como num road movie.
Nasceu em 1962.
Professor, jornalista e editor, foi também director das revistas Ler e Grande
Reportagem – e da Casa Fernando Pessoa. De 28 de Junho de 2011 a 25 de Outubro
de 2012 exerceu o cargo de Secretário de Estado da Cultura do XIX Governo
Constitucional. Colaborou em vários jornais e revistas, e foi autor de vários
programas na rádio (Antena Um) e televisão (Livro Aberto, Escrita em Dia, Ler
para Crer, Primeira Página, Avenida Brasil, Prazeres, Um Café no Majestic, Nada
de Cultura). Da sua obra destacam-se livros de poesia (Metade da Vida, O
Puro e o Impuro, Se Me Comovesse o Amor) e os romances Regresso
por um Rio, Morte no Estádio, As Duas Águas do Mar, Um Céu
Demasiado Azul, Um Crime na Exposição, Lourenço Marques, Longe
de Manaus (Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de
Escritores 2005) e O Mar em Casablanca.
Os seus livros
estão publicados na Itália, Alemanha, Brasil, França e República Checa.
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