segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
Fotos da conversa com Valter Hugo Mãe
Fotos da conversa realizada com o escritor Valter Hugo Mãe, na Biblioteca Municipal, no passado dia 14 de Fevereiro.
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
À conversa com... Valter Hugo Mãe
No próximo dia 14 de Fevereiro, às 21.30 horas, na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal, vamos conversar com o escritor Valter Hugo Mãe a propósito do seu novo livro intitulado "A Desumanização".
Sinopse
«Mais tarde, também eu arrancarei o coração do peito para o
secar como um trapo e usar limpando apenas as coisas mais estúpidas.»
Passado nos recônditos fiordes islandeses, este romance é a
voz de uma menina diferente que nos conta o que sobra depois de perder a irmã gémea.
Um livro de profunda delicadeza em que a disciplina da tristeza não impede uma
certa redenção e o permanente assombro da beleza.
O livro mais plástico de Valter Hugo Mãe. Um livro de ver.
Uma utopia de purificar a experiência difícil e maravilhosa de se estar vivo.
O Autor
Valter Hugo Mãe nasceu em Saurimo, Angola, no ano de 1971.
Licenciado em Direito, pós-graduado em Literatura Portuguesa Moderna e
Contemporânea. Vive em Vila do Conde. Publicou cinco romances: O filho de mil
homens (2011), A máquina de fazer espanhóis (2010) O apocalipse dos
trabalhadores (2008), O remorso de baltazar Serapião, vencedor do Prémio José
Saramago (2006) e O nosso reino (2004). A sua obra poética está revista e
reunida no volume Contabilidade (Objectiva/Alfaguara, 2010). É autor dos livros
para os mais novos: O rosto (Agosto 2010), As mais belas coisas do mundo
(Agosto 2010), A verdadeira história dos pássaros (2009) e A história do homem
calado (2009). Escreve a crónica Autobiografia imaginária no Jornal de Letras. Valter
Hugo Mãe é vocalista do grupo musical Governo e esporadicamente dedica-se às
artes plásticas. Letrista dos músicos/projectos Mundo Cão, Paulo Praça,
Indignu, Salto, Frei Fado Del’Rei, Blandino e Eliana Castro. Recebeu, em 2009,
o troféu Figura do Futuro, atribuído pelo Correio da Manhã. Recebeu, em 2010, a
Pena de Camilo Castelo Branco. Em 2010 recebeu a Medalha de Mérito Singular de
Vila do Conde. Em 2012 recebeu o Grande Prémio Portugal Telecom de Literatura
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
À conversa com... Richard Zimler
No próximo dia 24 de Janeiro, às 21.30 horas, na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal, iremos conversar com o escritor Richard Zimler a propósito do seu novo livro intitulado "A Sentinela".
O Autor
Richard Zimler nasceu em 1956 em Roslyn Heights, um subúrbio
de Nova Iorque. Fez um bacharelato em Religião Comparada na Duke University e
um mestrado em Jornalismo na Stanford University. Trabalhou como jornalista
durante oito anos, principalmente na região de São Francisco. Em 1990 foi viver
para o Porto, onde lecionou Jornalismo, primeiro na Escola Superior de
Jornalismo e depois na Universidade do Porto. Tem atualmente
dupla nacionalidade, americana
e portuguesa. Desde 1996, publicou dez romances, uma coletânea de contos e dois
livros para crianças.
O Livro
Até que ponto um único
assassinato pode iluminar a crise moral em que se
encontra o país? 6 de julho de 2012. Henrique
Monroe, inspetor-chefe da Polícia
Judiciária, é chamado a um
luxuoso palacete de Lisboa para investigar
o homicídio de Pedro Coutinho, um abastado construtor
civil. Depois de interrogar a filha da vítima,
Monroe começa a acreditar que
Coutinho foi assassinado
ao tentar defender a perturbada adolescente do
violento assédio sexual de algum amigo da família. Ao mesmo tempo, uma pen que
o inspetor descobre escondida na biblioteca da casa contém
alguns ficheiros com indícios de que a vítima poderá também
ter sido silenciada por um dos políticos implicados na
rede de corrupção que o industrial
montara para conseguir os seus contratos.
Tendo como pano de fundo o Portugal contemporâneo, um país
traído por uma elite política corrupta, que sofre sob o peso dos seus próprios
erros históricos, Richard Zimler criou um intrigante policial psicológico, com
uma figura central que se debate com os
seus demónios pessoais ao mesmo tempo que tenta deslindar um caso que irá
abalar para sempre os muros da sua própria identidade.
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