terça-feira, 4 de março de 2014

À conversa com...Tiago R. Santos

No dia 28 de Março, às 21.30 horas, na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal, vamos conversar com o escritor Tiago R. Santos a propósito do seu  livro intitulado "A Velocidade dos Objectos Metálicos".

 
O Livro

Tiago  R.  Santos,  autor  das  séries  “Conta-me como  Foi”  e  “Liberdade  21”  e  dos  filmes “A Bela e  o  Paparazzo”  e  “Call  Girl”,  estreia-se nos livros com  A  Velocidade  dos  Objectos Metálicos,  um  romance  intenso  e surpreendente que questiona  os  valores  do mundo em que vivemos. Partindo do universo repressivo  de  um  colégio  de  Lisboa,  o livro segue a vida de alunos e professores, onde o passado  e  as  experiências  da  adolescência estão sempre presentes, como tatuagens que nunca precisam de ser retocadas. O  livro  retrata  um  universo  marcado  pela violência gratuita, o medo, a tentação do abismo e a  amizade,  que  se  manifestam  de formas  inesperadas. Deuses e  homens procuram uma ordem,mas boicotam-se a eles próprios.  A provar, a todo o momento, que o mundo dos adultos não é feito para crianças.


O Autor

Tiago  Santos  nasceu em Lisboa, em 1976. Depois de uma passagem por Nova Iorque, onde estudou guionismo, assinou, em 2007, o argumento de  “Call Girl”, vencedor do Globo de Ouro nesse mesmo ano. Depois disso, já escreveu ou coordenou  “A Bela e o Paparazzo”  e  as  séries  “Conta-me  Como  Foi”  e  “Liberdade  21”.  É  também  crítico  de cinema na  revista  Sábado  e  o  seu  mais  recente  argumento  “Os  Gatos  Não  Têm Vertigens”,  realizado  por António-Pedro  Vasconcelos, estreará  nas  salas  portuguesas em 2014.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

A impressão de Valter Hugo Mãe sobre a conversa realizada na Biblioteca Municipal

Impressão do escritor Valter Hugo Mãe a propósito da sessão de apresentação do seu mais recente livro, realizada a 14 de Fevereiro de 2014, na Biblioteca Municipal de Viana do Castelo. 
 
 

Fotos da conversa com Valter Hugo Mãe

Fotos da conversa realizada com o escritor Valter Hugo Mãe, na Biblioteca Municipal, no passado dia 14 de Fevereiro.
 
 
 
 
 

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

À conversa com... Valter Hugo Mãe

No próximo dia 14 de Fevereiro, às 21.30 horas, na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal, vamos conversar com o escritor Valter Hugo Mãe a propósito do seu novo livro intitulado "A Desumanização".
 
Sinopse
 
«Mais tarde, também eu arrancarei o coração do peito para o secar como um trapo e usar limpando apenas as coisas mais estúpidas.»
Passado nos recônditos fiordes islandeses, este romance é a voz de uma menina diferente que nos conta o que sobra depois de perder a irmã gémea. Um livro de profunda delicadeza em que a disciplina da tristeza não impede uma certa redenção e o permanente assombro da beleza.
O livro mais plástico de Valter Hugo Mãe. Um livro de ver. Uma utopia de purificar a experiência difícil e maravilhosa de se estar vivo.
 
O Autor
Valter Hugo Mãe nasceu em Saurimo, Angola, no ano de 1971. Licenciado em Direito, pós-graduado em Literatura Portuguesa Moderna e Contemporânea. Vive em Vila do Conde. Publicou cinco romances: O filho de mil homens (2011), A máquina de fazer espanhóis (2010) O apocalipse dos trabalhadores (2008), O remorso de baltazar Serapião, vencedor do Prémio José Saramago (2006) e O nosso reino (2004). A sua obra poética está revista e reunida no volume Contabilidade (Objectiva/Alfaguara, 2010). É autor dos livros para os mais novos: O rosto (Agosto 2010), As mais belas coisas do mundo (Agosto 2010), A verdadeira história dos pássaros (2009) e A história do homem calado (2009). Escreve a crónica Autobiografia imaginária no Jornal de Letras. Valter Hugo Mãe é vocalista do grupo musical Governo e esporadicamente dedica-se às artes plásticas. Letrista dos músicos/projectos Mundo Cão, Paulo Praça, Indignu, Salto, Frei Fado Del’Rei, Blandino e Eliana Castro. Recebeu, em 2009, o troféu Figura do Futuro, atribuído pelo Correio da Manhã. Recebeu, em 2010, a Pena de Camilo Castelo Branco. Em 2010 recebeu a Medalha de Mérito Singular de Vila do Conde. Em 2012 recebeu o Grande Prémio Portugal Telecom de Literatura

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

À conversa com... Richard Zimler

No próximo dia 24 de Janeiro, às 21.30 horas, na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal, iremos conversar com o escritor Richard Zimler a propósito do seu novo livro intitulado "A Sentinela".
 
O Autor
Richard Zimler nasceu em 1956 em Roslyn Heights, um subúrbio de Nova Iorque. Fez um bacharelato em Religião Comparada na Duke University e um mestrado em Jornalismo na Stanford University. Trabalhou como jornalista durante oito anos, principalmente na região de São Francisco. Em 1990 foi viver para o Porto, onde lecionou Jornalismo, primeiro na Escola Superior de Jornalismo e depois na Universidade do Porto. Tem atualmente   dupla    nacionalidade,    americana   e portuguesa. Desde 1996, publicou dez romances, uma coletânea de contos e dois livros para crianças.
 
O Livro
Até  que  ponto   um  único  assassinato pode iluminar a crise  moral  em  que  se  encontra o país? 6 de julho de 2012.   Henrique   Monroe,   inspetor-chefe   da   Polícia Judiciária,   é chamado   a   um  luxuoso   palacete  de Lisboa  para   investigar o homicídio de Pedro Coutinho, um  abastado  construtor  civil.  Depois de interrogar a filha  da   vítima,   Monroe começa   a   acreditar  que Coutinho   foi    assassinado    ao   tentar   defender  a perturbada adolescente do violento assédio sexual de algum amigo da família. Ao mesmo tempo, uma pen que o inspetor  descobre  escondida na  biblioteca da casa contém alguns ficheiros  com  indícios  de que a vítima poderá também ter sido silenciada por um dos políticos implicados   na   rede   de   corrupção  que o  industrial montara  para  conseguir  os  seus  contratos.
Tendo como pano de fundo o Portugal contemporâneo, um país traído por uma elite política corrupta, que sofre sob o peso dos seus próprios erros históricos, Richard Zimler criou um intrigante policial psicológico, com uma figura   central que  se debate  com  os seus  demónios pessoais ao mesmo tempo que tenta deslindar um caso que irá abalar para sempre os muros da sua própria identidade.