Impressão deixada pelo escritor Manuel Jorge Marmelo.
terça-feira, 4 de novembro de 2014
sexta-feira, 24 de outubro de 2014
À conversa com... Manuel Jorge Marmelo
No próximo dia 31 de Outubro, às 21.30 horas, na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, vamos conversar com o escritor Manuel Jorge Marmelo sobre o seu mais recente livro intitulado "O tempo morto é um bom lugar".
O Autor
Nasceu em 1971, na cidade do Porto.
É jornalista desde 1989. Em 1994 ganhou o prémio de jornalismo da Lufthansa e em 1996 a menção honrosa dos Prémios Gazeta de Jornalismo do Clube de Jornalismo/ Press Club.
O seu primeiro livro, O Homem que Julgou Morrer de Amor (novela e teatro), inaugurou, em 1996, a coleção Campo de Estreia, da Campo das Letras.
Publicou, depois, Portugués, Guapo y Matador (romance, 1997), Nome de Tango (romance, 1998), As Mulheres Deviam Vir com Livro de Instruções (romance, 1999), O Amor é para os Parvos (romance, 2000), Palácio de Cristal, Jardim-Paraíso (álbum, 2000), Sertão Dourado (romance, 2001), Paixões & Embirrações (crónicas, 2002), Oito Cidades e Uma Carta de Amor (contos e fotos, 2003), A Menina Gigante (infantil, 2003) e Os Fantasmas de Pessoa (romance, 2004).
Tem publicado regularmente textos e contos em diversas antologias e publicações, em Portugal, no Brasil e em França. Alguns destes textos figuram neste livro.
Desde julho de 2001, o seu nome consta do Dicionário de Personalidades Portuenses do Século XX, da Porto Editora, sendo o mais jovem dos nomes biografados.
Em junho de 2005, com o livro O Silêncio de Um Homem Só, é-lhe atribuído o Grande Prémio do Conto Camilo Castelo Branco, da Associação Portuguesa de Escritores em colaboração com a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão.
O Livro
Galardoado recentemente com o Prémio Correntes d’ Escritas/Casino da Póvoa 2014, pelo romance Uma Mentira Mil Vezes Repetida, M.J. Marmelo lança um extraordinário romance em que temas fundamentais do nosso tempo são tratados com a mais apurada mestria literária.
Depois de acordar ao lado do cadáver de Soraya - a mestiça belíssima, estrela televisiva, com quem mantinha uma relação íntima a pretexto de lhe escrever a autobiografia -, o jornalista desempregado Herculano Vermelho entrega-se à polícia e é preso. Não tem memória de nada, nem de que possa ter sido ele a matar a jovem mulher, mas a prisão parece-lhe ser o lugar ideal, o espaço de sossego e de liberdade (sem contas para pagar, sem apresentações regulares no centro de emprego, sem pressões de qualquer espécie), para passar a sua vida em revista, a relação com as mulheres, e escrever a autobiografia da rapariga morta.
O Tempo Morto É Um Bom Lugar recria ainda a história da breve vida de Soraya e conta a investigação pouco ortodoxa que o jornalista veterano João António Abelha leva a cabo sobre a autoria do crime e, afinal, da própria ficção.
O Autor
Nasceu em 1971, na cidade do Porto.
É jornalista desde 1989. Em 1994 ganhou o prémio de jornalismo da Lufthansa e em 1996 a menção honrosa dos Prémios Gazeta de Jornalismo do Clube de Jornalismo/ Press Club.
O seu primeiro livro, O Homem que Julgou Morrer de Amor (novela e teatro), inaugurou, em 1996, a coleção Campo de Estreia, da Campo das Letras.
Publicou, depois, Portugués, Guapo y Matador (romance, 1997), Nome de Tango (romance, 1998), As Mulheres Deviam Vir com Livro de Instruções (romance, 1999), O Amor é para os Parvos (romance, 2000), Palácio de Cristal, Jardim-Paraíso (álbum, 2000), Sertão Dourado (romance, 2001), Paixões & Embirrações (crónicas, 2002), Oito Cidades e Uma Carta de Amor (contos e fotos, 2003), A Menina Gigante (infantil, 2003) e Os Fantasmas de Pessoa (romance, 2004).
Tem publicado regularmente textos e contos em diversas antologias e publicações, em Portugal, no Brasil e em França. Alguns destes textos figuram neste livro.
Desde julho de 2001, o seu nome consta do Dicionário de Personalidades Portuenses do Século XX, da Porto Editora, sendo o mais jovem dos nomes biografados.
Em junho de 2005, com o livro O Silêncio de Um Homem Só, é-lhe atribuído o Grande Prémio do Conto Camilo Castelo Branco, da Associação Portuguesa de Escritores em colaboração com a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão.
O Livro
Galardoado recentemente com o Prémio Correntes d’ Escritas/Casino da Póvoa 2014, pelo romance Uma Mentira Mil Vezes Repetida, M.J. Marmelo lança um extraordinário romance em que temas fundamentais do nosso tempo são tratados com a mais apurada mestria literária.
Depois de acordar ao lado do cadáver de Soraya - a mestiça belíssima, estrela televisiva, com quem mantinha uma relação íntima a pretexto de lhe escrever a autobiografia -, o jornalista desempregado Herculano Vermelho entrega-se à polícia e é preso. Não tem memória de nada, nem de que possa ter sido ele a matar a jovem mulher, mas a prisão parece-lhe ser o lugar ideal, o espaço de sossego e de liberdade (sem contas para pagar, sem apresentações regulares no centro de emprego, sem pressões de qualquer espécie), para passar a sua vida em revista, a relação com as mulheres, e escrever a autobiografia da rapariga morta.
O Tempo Morto É Um Bom Lugar recria ainda a história da breve vida de Soraya e conta a investigação pouco ortodoxa que o jornalista veterano João António Abelha leva a cabo sobre a autoria do crime e, afinal, da própria ficção.
terça-feira, 29 de julho de 2014
À conversa com... Álvaro Laborinho Lúcio
Fotos da conversa realizada com Álvaro Laborinho Lúcio, no dia 25 de Julho de 2014, na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal, a propósito do livro "O chamador".
terça-feira, 8 de julho de 2014
À conversa com... José Eduardo Agualusa
No próximo dia 11 de Julho, às 21.30 horas, na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, vamos conversar com o escritor José Eduardo Agualusa sobre o seu mais recente livro intitulado "A Rainha Ginga".
O Livro
O novo romance de José Eduardo
Agualusa, A Rainha Ginga, conta a vida fantástica de Dona Ana de Sousa, a
Rainha Ginga (1583-1663), cujo título real em quimbundo, "Ngola", deu
origem ao nome português para aquela região de África. É a
história de uma relação de amor e de combate permanente entre Angola e
Portugal, narrada por um padre pernambucano que atravessou o mar e recorda
personagens maravilhosos e esquecidos da
nossa história - tendo como elemento central a Rainha Ginga e o seu significado
cultural, religioso, étnico e sexual para o mundo de hoje.
O Autor
José Eduardo Agualusa nasceu no
Huambo, Angola, em 1960. Estudou Silvicultura e Agronomia em Lisboa, Portugal.
Os seus livros estão traduzidos em 25 idiomas.
Escreveu várias peças de teatro:
"Geração W", "Aquela Mulher", "Chovem amores na Rua do
Matador" e "A Caixa Preta", estas duas últimas juntamente com
Mia Couto.Beneficiou de três bolsas de criação literária: a primeira, concedida pelo Centro Nacional de Cultura em 1997 para escrever «Nação crioula», a segunda em 2000, concedida pela Fundação Oriente, que lhe permitiu visitar Goa durante 3 meses e na sequência da qual escreveu «Um estranho em Goa» e a terceira em 2001, concedida pela instituição alemã Deutscher Akademischer Austauschdienst. Graças a esta bolsa viveu um ano em Berlim, e foi lá que escreveu «O Ano em que Zumbi Tomou o Rio». No início de 2009 a convite da Fundação Holandesa para a Literatura, passou dois meses em Amesterdão na Residência para Escritores, onde acabou de escrever o romance, «Barroco tropical».
Escreve crónicas para a revista LER e para o portal Rede Angola.
Realiza para a RDP África "A hora das Cigarras", um programa de música e textos africanos.
É membro da União dos Escritores Angolanos.
quarta-feira, 25 de junho de 2014
À conversa com... João Tordo
POR MOTIVOS DE ORDEM PESSOAL QUE IMPOSSIBILITAM O ESCRITOR DE ESTAR PRESENTE ESTA SESSÃO FOI CANCELADA
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