No passado dia 19 de junho, a conversa com Afonso Reis Cabral foi assim...
segunda-feira, 29 de junho de 2015
segunda-feira, 18 de maio de 2015
À conversa com... Afonso Reis Cabral
No próximo dia 19 de junho, às 21.30 horas, na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, vamos estar à conversa com o escritor Afonso Reis Cabral para apresentação do seu livro intitulado "O Meu Irmão", vencedor do Prémio Leya 2014.
O Autor
Afonso Reis Cabral nasceu em Lisboa em 1990 e cresceu no
Porto. É o quinto de seis irmãos. Escreve desde os 9 anos. Em 2005 publicou o
livro Condensação, no qual reuniu poemas escritos até aos 15 anos. Publicou
textos em diversos periódicos. Em 2008 ficou em 8.º lugar no 7th European
Student Competition in Ancient Greek Language and Literature, entre mais de
3500 concorrentes de 551 escolas europeias e mexicanas. Foi o único português a
concorrer. É licenciado em Estudos Portugueses e Lusófonos pela Faculdade de
Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, tendo recebido o
Premio Mérito e Excelência atribuído ao melhor aluno do curso. Na mesma
instituição fez o mestrado em Estudos Portugueses com a dissertação A Orquestra
Oculta – Os Estudos da Consciência e a Literatura. Foi bolseiro no Centro de
História da Cultura (FCSH-UNL), onde desenvolveu investigação sobre a editora
Romano Torres. Trabalhou como revisor em regime freelance e desempenha actualmente
as funções de editor.
A Obra
Com a morte dos pais, é preciso decidir com quem fica
Miguel, o filho de 40 anos que nasceu com síndrome de Down. É então que o irmão
– um professor universitário divorciado e misantropo – surpreende (e até certo
ponto alivia) a família, chamando a si a grande responsabilidade. Tem apenas
mais um ano do que Miguel, e a recordação do afecto e da cumplicidade que ambos
partilharam na infância leva-o a acreditar que a nova situação acabará por
resgatá-lo da aridez em que se transformou a sua vida e redimi-lo da culpa por
tantos anos de afastamento. Porém, a chegada de Miguel traz problemas
inesperados – e o maior de todos chama-se Luciana.
Numa casa de família, situada numa aldeia isolada do
interior de Portugal, o leitor assistirá à rememoração da vida em comum destes
dois irmãos, incluindo o estranho episódio que ameaçou de forma dramática o seu
relacionamento.
O Meu Irmão, vencedor do Prémio Leya 2014 por unanimidade, é
um romance notável e de grande maturidade literária que, tratando o tema
sensível da deficiência, nunca cede ao sentimentalismo, oferecendo-nos um
retrato social objectivo e muitas vezes até impiedoso.
segunda-feira, 4 de maio de 2015
À conversa com... Manuel Alegre - CANCELADA -
Por impossibilidade do Escritor a próxima sessão “À Conversa com … Manuel Alegre”, prevista para 8 de maio próximo, será cancelada e adiada para data a anunciar.
terça-feira, 28 de abril de 2015
À conversa com... Manuel Alegre
No próximo dia 8 de Maio, às 21.30 horas, na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, vamos estar à conversa com o escritor e poeta Manuel Alegre para comemorarmos o 50.º aniversário da edição do seu livro "Praça da Canção".
O Autor
Nasceu a 12 de Maio de 1936, em Águeda. Estudou em Lisboa,
no Porto e na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. Em 1961 é
mobilizado para Angola. Preso pela PIDE, passa seis meses na Fortaleza de S.
Paulo, em Luanda, onde escreve grande parte dos poemas do seu primeiro livro, Praça
da Canção. Dirigente histórico do Partido Socialista desde 1974, foi
vice-presidente da Assembleia da República de 1995 a 2009 e é actualmente
membro do Conselho de Estado.
Foram-lhe atribuídos os mais distintos prémios literários:
Grande Prémio de Poesia da APE-CTT, Prémio da Crítica Literária da AICL, Prémio
Fernando Namora, Prémio Pessoa, em 1999. O seu livro de poemas, Doze Naus, foi
distinguido com o Prémio Dom Dinis.
O Livro
Praça da Canção, de Manuel Alegre, há muito
ultrapassou as fronteiras da literatura para assumir uma dimensão simbólica ou
mesmo mítica. Quando saiu, no início do ano de 1965, há 50 anos, que com esta
edição se assinalam, foi também um incisivo retrato de uma «[...] pátria parada
/ à beira de um rio triste», foi uma bandeira desfraldada e um rastilho de
resistência e luta contra a ditadura. Hoje, cerca de quatro décadas depois da
profunda mudança da realidade (aparentemente?) na génese da maioria dos seus
poemas, e que em parte explica a sua imediata extraordinária repercussão e
influência, a Praça da Canção «continua»: sucessivas gerações a leram,
ouviram, se calhar cantaram, de certo modo viveram. E isto diz muito, se não
tudo.[...]
Os versos de Praça da Canção andaram, desde sempre,
de boca em boca, de mão em mão, de coração em coração, em simultâneo singular
expressão individual de um poeta e vigorosa voz coletiva de um povo.
(do Prefácio de José Carlos de Vasconcelos)
quarta-feira, 15 de abril de 2015
À conversa com... Mário Cláudio
No próximo dia 24 de Abril, às 21.30 horas, na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, vamos estar à conversa com o escritor Mário Cláudio para apresentação do seu mais recente livro intitulado "O Fotógrafo e a Rapariga".
O
Autor
Mário Cláudio nasceu no Porto. Ficcionista, poeta, dramaturgo e ensaísta, é formado em Direito pela Universidade de Coimbra, diplomado com o Curso de Bibliotecário-Arquivista, da Faculdade de Letras da mesma Universidade, e Master of Arts em Biblioteconomia e Ciências Documentais, pela Universidade de Londres.
É autor de uma vasta e multifacetada obra que abarca a ficção, a crónica, a poesia, a dramaturgia e o ensaio e se encontra traduzida em várias línguas. Foi galardoado com, entre outros, o Grande Prémio da Associação Portuguesa de Escritores, o Prémio PEN Clube, o Prémio Eça de Queiroz, o Prémio Vergílio Ferreira, o Prémio Fernando Namora e o Prémio Pessoa, sendo igualmente titular de várias condecorações nacionais e estrangeiras.
O Livro
Com O Fotógrafo e a Rapariga, conclui Mário Cláudio uma trilogia dedicada às relações entre pessoas de idades muito diferentes, iniciada em 2008 com Boa Noite, Senhor Soares – que recria o microcosmo do Livro do Desassossego, trazendo para a cena um aprendiz que trabalha no mesmo escritório de Bernardo Soares – e continuada em 2014 com Retrato de Rapaz – fascinante relato da vida atribulada de um discípulo no estúdio do grande Leonardo da Vinci.
No presente volume, os protagonistas são o britânico Charles Dodgson, que se celebrizou com o pseudónimo Lewis Carroll com que assinou, entre outros, o clássico Alice no País de Maravilhas, e Alice Lidell, a rapariga que o inspirou, posando provocadoramente para os seus retratos e alimentando as suas fantasias.
Mário Cláudio nasceu no Porto. Ficcionista, poeta, dramaturgo e ensaísta, é formado em Direito pela Universidade de Coimbra, diplomado com o Curso de Bibliotecário-Arquivista, da Faculdade de Letras da mesma Universidade, e Master of Arts em Biblioteconomia e Ciências Documentais, pela Universidade de Londres.
É autor de uma vasta e multifacetada obra que abarca a ficção, a crónica, a poesia, a dramaturgia e o ensaio e se encontra traduzida em várias línguas. Foi galardoado com, entre outros, o Grande Prémio da Associação Portuguesa de Escritores, o Prémio PEN Clube, o Prémio Eça de Queiroz, o Prémio Vergílio Ferreira, o Prémio Fernando Namora e o Prémio Pessoa, sendo igualmente titular de várias condecorações nacionais e estrangeiras.
O Livro
Com O Fotógrafo e a Rapariga, conclui Mário Cláudio uma trilogia dedicada às relações entre pessoas de idades muito diferentes, iniciada em 2008 com Boa Noite, Senhor Soares – que recria o microcosmo do Livro do Desassossego, trazendo para a cena um aprendiz que trabalha no mesmo escritório de Bernardo Soares – e continuada em 2014 com Retrato de Rapaz – fascinante relato da vida atribulada de um discípulo no estúdio do grande Leonardo da Vinci.
No presente volume, os protagonistas são o britânico Charles Dodgson, que se celebrizou com o pseudónimo Lewis Carroll com que assinou, entre outros, o clássico Alice no País de Maravilhas, e Alice Lidell, a rapariga que o inspirou, posando provocadoramente para os seus retratos e alimentando as suas fantasias.
quinta-feira, 26 de março de 2015
LUÍS MIGUEL ROCHA (1976 - 2015)
Faleceu hoje o escritor Luís Miguel
Rocha, vianense por adopção, que por diversasvezes participou na Biblioteca
Municipal de Viana do Castelo em várias iniciativas culturais, nomeadamente no
«À conversa com…». Luís Miguel Rocha nasceu na maternidade Júlio Dinis, no
Porto, no dia de São Valentim de 1976. Deram-lhe o nome do avô e de um primo
paternos. Passou a infância e a adolescência em Mazarefes, Viana do Castelo.
Frequentou a escola primária de
Mazarefes, a Escola Frei Bartolomeu dos Mártires e a Escola de Monte da Ola,
completando o ensino secundário na Escola Secundária de Santa Maria Maior. Aos
16 anos escreveu o primeiro capítulo daquele que viria a dar origem, anos mais
tarde, aos livros “Um País Encantado” e, posteriormente, publicado com o novo
título “A Virgem”. Foi operador de câmara na TVI durante um breve período em
que trabalhou na produtora que filmava as missas desse canal. Depois rumou a
Londres onde exerceu funções como guionista, tradutor e, por fim, iniciou-se na
actividade literária. Começou com “Um País Encantado” em 2005, mas o sucesso
internacional chegou com “O Último Papa” que percorreu o mundo e o tornou no
primeiro escritor português a ser bestseller
do prestigiado Top do New York Times. Seguiu-se o livro “Bala Santa”, “A
Mentira Sagrada” e “A Filha do Papa”. Com estes livros liderou também as
tabelas de vendas no Reino Unido.
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