terça-feira, 10 de novembro de 2015
À conversa com .... Afonso Cruz
A conversa com o escritor Afonso Cruz, a propósito do seu mais recente livro intitulado "Flores", foi assim:
quarta-feira, 28 de outubro de 2015
À conversa com... Afonso Cruz
No próximo dia 6 de novembro, às 21.30 horas, na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, vamos estar à conversa com o escritor e ilustrador Afonso Cruz. Nesta sessão será apresentado o seu mais recente livro intitulado "Flores".
Além de
escritor, Afonso Cruz é também ilustrador, cineasta e músico da banda The
Soaked Lamb. Nasceu em 1971, na Figueira da Foz, e viria a frequentar mais
tarde a Escola António Arroio, em Lisboa, e a Escola Superior de Belas Artes de
Lisboa, assim como o Instituto Superior de Artes Plásticas da Madeira. Já
conquistou vários prémios: Prémio Literário Maria Rosa Colaço 2009, Grande
Prémio de Conto Camilo Castelo Branco 2010, Prémio Autores 2011 SPA/RTP,
Menção Especial do Prémio Nacional de Ilustração 2011, Prémio da
União Europeia para a Literatura 2012, Lista de Honra do IBBY –
Internacional Board on Books for Young People, Prémio Ler/Booktailors –
Melhor Ilustração Original, Melhor Livro do Ano da Time Out 2012,
foi finalista dos prémios Fernando Namora e Grande Prémio de Romance
e Novela APE, conquistou o Prémio Autores para Melhor Ficção Narrativa,
atribuído pela SPA em 2014 e o Prémio Nacional de Ilustração 2014 com o
livro “Capital”.
O Autor
Além de
escritor, Afonso Cruz é também ilustrador, cineasta e músico da banda The
Soaked Lamb. Nasceu em 1971, na Figueira da Foz, e viria a frequentar mais
tarde a Escola António Arroio, em Lisboa, e a Escola Superior de Belas Artes de
Lisboa, assim como o Instituto Superior de Artes Plásticas da Madeira. Já
conquistou vários prémios: Prémio Literário Maria Rosa Colaço 2009, Grande
Prémio de Conto Camilo Castelo Branco 2010, Prémio Autores 2011 SPA/RTP,
Menção Especial do Prémio Nacional de Ilustração 2011, Prémio da
União Europeia para a Literatura 2012, Lista de Honra do IBBY –
Internacional Board on Books for Young People, Prémio Ler/Booktailors –
Melhor Ilustração Original, Melhor Livro do Ano da Time Out 2012,
foi finalista dos prémios Fernando Namora e Grande Prémio de Romance
e Novela APE, conquistou o Prémio Autores para Melhor Ficção Narrativa,
atribuído pela SPA em 2014 e o Prémio Nacional de Ilustração 2014 com o
livro “Capital”.
O Livro
Um homem
sofre desmesuradamente com as notícias que lê nos jornais, com todas as
tragédias humanas a que assiste. Um dia depara-se com o facto de não se lembrar
do seu primeiro beijo, dos jogos de bola nas ruas da aldeia ou de ver uma
mulher nua. Outro homem, seu vizinho, passa bem com as desgraças do mundo, mas
perde a cabeça quando vê um chapéu pousado no lugar errado. Contudo, talvez por
se lembrar bem da magia do primeiro beijo - e constatar o quanto a sua vida se
afastou dela - decide ajudar o vizinho a recuperar todas as memórias perdidas.
Uma história inquietante sobre a memória e o que resta de nós quando a
perdemos.
quarta-feira, 7 de outubro de 2015
À conversa com... Carlos Fiolhais
No próximo dia 23 de outubro, às 21.30 horas, na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, vamos estar à conversa com o cientista Carlos Fiolhais. Nesta sessão falaremos do livro "Pipocas com telemóvel e outras histórias de falsa ciência".
O Autor
Doutorado em Física Teórica pela Universidade de Frankfurt
(1982),é Professor de Física da Universidade de Coimbra. É autor de Física
Divertida, Nova Física Divertida e co-autor de Darwin aos Tiros e Outras
Histórias de Ciência, na Gradiva, entre muitos outros livros, alguns deles
traduzidos e publicados no estrangeiro. Dirigiu a Biblioteca Geral da
Universidade de Coimbra e dirige o Rómulo - Centro de Ciência Viva da
Universidade de Coimbra. Recebeu vários prémios e distinções, entre os quais o
prémio Rómulo de Carvalho, o Globo de Ouro da SIC e Caras e a Ordem de Cristo.
O Livro
Este livro conta histórias de falsa ciência. Abundam as
aldrabices científicas na internet, de que o vídeo que se mostra milho a
transformar-se em pipocas devido à radiação de telemóveis é um bom exemplo.
Também há muitas tretas nos media, a começar pelos horóscopos e pelas
descobertas no inesgotável campo das Ciências Engraçadas. As prateleiras de
supermercado estão recheadas de falsas promessas de medicina preventiva, das
quais uma das mais delirantes foi revelada pelo escândalo «iogurtegate». Mas,
pasme-se, a falsa ciência também é praticada e ensinada nalgumas escolas e está
bem mais presente do que se julga na área da saúde. Nem as revistas científicas
escapam, pois também aí se encontra uma boa colecção de fraudes que mais cedo
ou mais tarde acabaram por ser descobertas. Não há lugares seguros. A segurança
terá de estar no leitor: com uma atitude crítica, poderá evitar muitos
contratempos e poupar dinheiro. Lembre-se de que a ciência assenta na
observação, na experiência e na correcção de erros, e não nas palavras de
pretensas autoridades que nunca aceitam ser corrigidas. Não se deixe enganar!
sexta-feira, 25 de setembro de 2015
quarta-feira, 16 de setembro de 2015
À conversa com... Fernando Dacosta
No próximo dia 18 de setembro, às 21.30 horas, na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, vamos estar à conversa com o escritor Fernando Dacosta. Nesta sessão será apresentado o seu mais recente livro intitulado "Viagens Pagãs".
Fernando Dacosta, romancista, dramaturgo, conferencista e jornalista, nasceu em Angola, de onde
foi, em criança, para o Alto Douro. Fixado em Lisboa, cursou Letras e
iniciou-se no jornalismo e na literatura. Integrou as redacções de órgãos
de comunicação como a "Flama", "Diário de Lisboa", "Diário de
Notícias", "O Jornal", "Público" e "Visão". Tem mais de vinte e cinco
obras publicadas, que se repartem por vários géneros: reportagem,
teatro, romance, narrativa e conto. Em 1995 foi agraciado com a Ordem do
Infante D. Henrique e, em 2013, eleito sócio-correspondente da Academia
das Ciências, Secção de Letras, de Lisboa. «VIAGENS PAGÃS», sua última
obra (Abril de 2015), que servirá de mote para "dois dedos de conversa",
reúne sete crónicas – um documento comovente sobre a adolescência
vivida no Douro vinhateiro, uma reportagem fenomenal sobre a ilha do
Corvo, microcosmo especial de portugalidade insular e loucura sã, uma
crónica mais curta sobre a vivência mineira, uma reflexão notável sobre
Marrocos e a história portuguesa no Norte de África e uma viagem de moto
por Angola e Moçambique.
segunda-feira, 20 de julho de 2015
Conversa com Raquel Ochoa
A conversa do passado dia 18 de julho na Biblioteca Municipal com a escritora Raquel Ochoa foi assim...
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