quinta-feira, 2 de junho de 2016
sexta-feira, 6 de maio de 2016
À conversa com... Ana Margarida de Carvalho
No próximo dia 27 de Maio, sexta feira, às 21.30 horas, na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, vamos estar à conversa com a escritora Ana Margarida de Carvalho a propósito do seu mais recente livro intitulado Não se pode morar nos olhos de um gato.
A Autora
Ana
Margarida de Carvalho nasceu em Lisboa, onde se licenciou em Direito pela
Universidade de Lisboa.
O seu
primeiro romance Que Importa a Fúria do Mar venceu por unanimidade o
Grande Prémio de Romance e Novela APE/DGLAB em 2013 e foi finalista de muitos
dos principais prémios literários referentes à data de publicação.
As suas
reportagens valeram-lhe uma dezena de distinções, entre as quais o Prémio
Revelação Gazeta, do Clube de Jornalistas de Lisboa, e o Prémio Nacional
Alexandre Herculano, do Clube de Jornalistas do Porto.
Repórter,
cronista, guionista, crítica de cinema, tem contos espalhados por várias
publicações e colectâneas, foi prefaciadora da reedição de Alexandra Alpha,
de José Cardoso Pires (Relógio d'Água) e é co-autora, com Sérgio Marques, do
livro infantil A Arca do É (Teorema). Não se Pode Morar nos Olhos de
um Gato, é o seu segundo romance.
O Livro
Em
finais do século XIX, já depois da abolição da escravatura, um tumbeiro
clandestino naufraga ao largo do Brasil.
Um grupo
de náufragos atinge uma praia intermitente, que desaparece na maré cheia: um
capataz, um escravo, um mísero criado, um padre, um estudante, uma fidalga e
sua filha, um menino pretinho ainda a dar os primeiros passos... Todos são
vencedores na morte, perdedores na vida.
O mar,
ao contrário dos seus antecedentes quotidianos, dá-lhes agora uma segunda
oportunidade, duas vezes por noite, duas vezes por dia.
Ao
contrário do que pensam, não estão sós naquele cárcere, com os penhascos
enquanto sentinelas, cercados de infinitos, entre o céu e o oceano. Trazem com
eles todos os seus remorsos, todos os seus fantasmas. E mais difícil do que
fazerem-se ao mar ou escalarem precipícios será ultrapassarem os preconceitos:
os de raça, os de classe social, os de género, os de credo.
Para
sobreviverem, terão de se transformar num monstro funcional com muitos braços e
muitas cabeças; serão tanto mais deuses de si próprios quanto mais se tornarem
humanos e conseguirem um estado de graça a que poucos terão acesso: a
capacidade de se colocarem na pele do outro.
Depois
do aplauso unânime a Que Importa a Fúria do Mar, Ana Margarida de
Carvalho regressa à ficção com um romance poderoso, brilhante e avassalador.
quinta-feira, 28 de abril de 2016
segunda-feira, 18 de abril de 2016
À conversa com ... João Ricardo Pedro
No próximo dia 22 de Abril, sexta feira, às 21.30 horas, na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, vamos estar à conversa com o escritor João Ricardo Pedro a propósito do seu mais recente livro intitulado Um postal de Detroit.
A Obra
Em Setembro de 1985 dá-se um choque frontal de comboios em
Alcafache. Algumas das vítimas mortais, presas nas carruagens a arder, nunca
chegam a ser identificadas. No dia seguinte, a mãe de Marta recebe um
inesperado telefonema informando que a mochila da filha – estudante de Belas-Artes
– apareceu entre os destroços.
Partindo dos cadernos de desenho de Marta – uma espécie de
diários visuais que espelham um quotidiano tão depressa sórdido como
maravilhoso –, o narrador deste romance tenta recriar os passos da irmã nos
tempos que antecederam o acidente. E, enquanto o faz, dá-nos a conhecer um
leque de figuras absolutamente inesquecíveis, entre as quais se contam
prostitutas, boxeurs, polícias e assassinos, mas também anjinhos de procissão,
médicos e senhoras da caridade. E, claro, ele próprio – o mais ausente dos
cadernos de Marta.
Depois do celebrado O Teu Rosto Será o Último, que venceu o
Prémio LeYa em 2011 e foi traduzido em cerca de dez línguas, incluindo chinês e
árabe, João Ricardo Pedro regressa à ficção com um romance delirante e
avassalador sobre a ténue fronteira que existe entre sanidade e loucura e os
laços perturbadores que tantas vezes unem a vida à arte.
O Autor
João Ricardo Pedro nasceu na Reboleira a 18 de Agosto de
1973.Licenciou-se em Engenharia Electrotécnica no Instituto Superior Técnico,
tendo trabalhado mais de dez anos em Telecomunicações. Em 2009, encontrando-se
desempregado por força da crise, começou a escrever o seu primeiro romance, O
Teu Rosto Será o Último, que viria a ganhar o Prémio LeYa
em 2011 e a ser um dos livros mais vendidos do ano. Traduzido em várias
línguas, a obra alcançou o sucesso também fora de portas, especialmente em
França, onde foi recomendada pelos livreiros e a imprensa não lhe poupou
elogios, referindo o autor como a nova estrela da galáxia portuguesa. Tem sido
convidado para numerosos encontros literários em Portugal e no estrangeiro.
Depois de alguns contos publicados em revistas e jornais, Um Postal de
Detroit é o seu segundo romance.
sexta-feira, 18 de março de 2016
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016
À conversa com... Gonçalo Cadilhe
No próximo dia 4 de março, sexta feira, às 21.30 horas, na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, vamos estar à conversa com o escritor Gonçalo Cadilhe.
O Autor
Gonçalo Cadilhe nasceu na Figueira da Foz em 1968, cidade
onde cresceu e que mantém como residência. Licenciou-se em Gestão de Empresas
na Universidade Católica do Porto, em Setembro de 1992, fazendo parte da
primeira "fornada" de licenciados deste curso. Durante os anos da
Universidade frequentou também a Escola de Jazz do Porto. Depois de uma breve
passagem pelo mundo da Gestão de Empresas, em Abril de 1993 começou a viajar e
a escrever sobre viagens de forma profissional. Tem dez livros publicados e
assinou três documentários de viagens para a RTP2. Organiza e acompanha
mini-tours pelo globo em colaboração com a agência PLV (www.pintolopesviagens.com).
O livro
O livro de que falaremos destina-se todos os que sonharam já em viajar mas
nunca souberam por onde começar nem nunca foram encorajados a partir.
Destina-se a tipos gregários que nunca encontram companhia para viajar, para
que fiquem a saber que a melhor companhia é a que se arranja viajando.
Destina-se a mulheres independentes que irão descobrir que não precisam de um
homem para nada se quiserem desaparecer pelo mundo durante uns tempos.
Destina-se a pais cépticos ou preocupados por verem os filhos partir em viagem.
Destina-se também a pais desesperados pela falta de maturidade dos filhos, que
encontrarão aqui a melhor terapia de choque para os fazer crescer. E ainda,
destina-se também a pais que partem em viagem deixando filhos invejosos e
perplexos por os verem gozar a reforma com uma mochila às costas. Dos 7 aos 77
anos, nunca foi tão fácil viajar como agora. “O Mundo É Fácil” demonstra-o.
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