A conversa com o jornalista e escritor Rodrigo Guedes de Carvalho no passado dia 30 de Junho foi assim:
segunda-feira, 3 de julho de 2017
terça-feira, 6 de junho de 2017
À conversa com... Rodrigo Guedes de Carvalho
No próximo dia 30 de Junho, sexta feira, às 21.30 horas, na Sala
Couto Viana da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, vamos estar à
conversa com o escritor Rodrigo Guedes de Carvalho a propósito do seu mais recente livro intitulado O Pianista de Hotel.
O Autor
Regressa ao romance com O Pianista de Hotel
(2017).
A Obra
O Pianista de Hotel transporta-nos numa
melodia. É uma entrada para um mundo regido pela linguagem da música,
pela sua força e beleza, presentes no ritmo de cada frase, de cada parágrafo
rigorosamente medido.
Livro em camadas, nele se cruzam diversos planos, diversas
histórias perpassadas pelo poder redentor da música que entra e rasga, a
solidão, a dor e o vazio das pessoas que habitam nestas páginas. Com um vasto
subtexto, a densidade das personagens está carregada de mistérios que nos
prendem a sucessivas interrogações. Há um pouco de nós em todas elas. Há muito
de nós neste mergulho ao mais fundo da alma humana. É um romance que se lê e
ouve, que mantém todos os sentidos alerta. Uma pauta musical, com andamentos
diversos, que acabam por se cruzar numa vertigem imprevisível de autêntico
thriller psicológico.
E, depois, há o pianista…
quinta-feira, 1 de junho de 2017
segunda-feira, 8 de maio de 2017
À conversa com..ONÉSIMO TEOTÓNIO DE ALMEIDA
No próximo dia 26 de Maio, sexta feira, às 21.30 horas, na Sala
Couto Viana da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, vamos estar à
conversa com o escritor Onésimo Teotónio de Almeida a propósito do seu mais recente livro intitulado A obsessão da portugalidade.
A OBRA
Enquanto meio mundo se consome na busca de uma identidade -
deficitária, perdida, indefinida -, Portugal tem demasiada identidade, e
cuida-a com excessivos desvelos sentimentais e saudosistas. Uma manifestação
superficial disso será, por exemplo, a paroxística paixão recente pelo fado e
seus novos intérpretes, que brotam do chão a cada hora que passa. Onésimo vai
mais fundo e, no tom (certo) que lhe é próprio, com a clareza que a distância
lhe permite, e a sua mistura habitual de humor e erudição, analisa e disseca os
nossos meandros identitários.
O AUTOR
Estudou no Seminário de Angra do Heroísmo, bacharelou-se na
Universidade Católica de Lisboa. Desde 1972 nos Estados Unidos, fez mestrado e
doutoramento em Filosofia na Brown University, onde é catedrático no
Departamento de Estudos Portugueses e Brasileiros (foi seu director durante
doze anos), no Wayland Collegium for Liberal Learning Renaissance and Early
Modern Studies da mesma universidade, leccionando cursos interdisciplinares
sobre valores e história cultural e das ideias.
Além de vários livros de ensaios, tem centenas de artigos
dispersos que ultimamente tem reunido em volumes temáticos: De Marx a Darwin –
a desconfiança das ideologias (2009, Prémio Seeds of Science 2010 para Ciências
Sociais e Humanidades), O Peso do Hífen- Ensaios sobre a experiência
luso-americana (2010) e Pessoa, Portugal e o Futuro (2014). Publicou ainda
Utopias em Dói Menor – Conversas transatlânticas com Onésimo, conduzidas por
João Maurício Brás (Gradiva, 2012).
No género de crónica e conto, as suas mais recentes
colectâneas são Quando os Bobos Uivam (Clube do Autor, 2013), Aventuras de um
Nabogador – Estórias em Sanduíche (Bertrand, 2007) e Livro-me do Desassossego
(Temas e Debates, 2006). Onésimo. Português Sem Filtro (Clube do Autor, 2011) é
uma antologia de cinco livros esgotados.
Colaborador permanente do Jornal de Letras, é membro da
Academia Internacional de Cultura Portuguesa e da Academia da Marinha e Doutor
Honoris Causa pela Universidade de Aveiro.
segunda-feira, 24 de abril de 2017
À conversa com... José Viale Moutinho
No próximo dia 5 de Maio, sexta feira, às 21.30 horas, na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, vamos estar à conversa com o escritor José Viale Moutinho a propósito do seu mais recente livro intitulado Quatro manhãs de nevoeiro.
O AUTOR
Nasceu no Funchal. Das suas obras, as mais recentes: de ficção Velhos Deuses Empalhados, Águas Negras e A Batalha de Covões; de poesia Anjos Cobertos de Pó; de teatro A Noite de Ravensbruck e Representações Domésticas; e de investigação Camilo Castelo Branco: Memórias Fotobiográficas, Um Jantar de Escritores,À Lareira: Literatura Popular Portuguesa,O Livro Português das Fábulas, Portugal Lendário. Literatura de Cordel e Primeira Linha de Fogo. Também escreveu numerosos livros para jovens e crianças ,nomeadamente: Os Meus Misteriosos Pais, Fernando Pessoa , As Visitas do Pai, Pedro Pescador, Chamo-me Kafka. Chamo-me Amadeo, etc.
JVM recebeu recentemente a Medalha de Honra da Sociedade Portuguesa de Autores. Anteriormente: o Grande Prémio do Conto Camilo Castelo Branco, Prémio Rosalía de Castro, do Pen Clube da Galiza, Menção Honrosa do Prémio Grémio Literário, Premio de Periodismo EI Adelanto, Prémio de Reportagem Norberto Lopes e, entre outros, o Pedrón de Honra (Fundación Pedrón de Ouro, Santiago de Compostela) e os Prémios Edmundo Bettencourt em poesia e ficção. Quatro Manhãs de Nevoeiro é a quarta novela do autor. Excertos da crítica:
Livro após livro, nunca sabemos o que esperar da ficção de JVM. Os enredos engenhosos, o português sofisticado. a erudiçãoo faceta. a intencionalidade política e o tom satírico ou lúbrico são elementos constantes. Mas cada volume é uma novidade, uma surpresa. (Pedro Mexia)
Águas Negras, com a presença orientadora do narrador de bastidores, com as emoções e juízos do autor implícito, entidade intermediária, é um livro que revela ao leitor, num inovador arabesco modo de romancear (através do conto), uma curiosa necessidade de incomodar. (José Emílio-Nelson)
Eis um livro de contos que impressiona, agarra, muitas vezes diverte , e é bem escrito: Águas Negras do veterano José Viale Moutinho, inestancável. Para mim, é do melhor que o Zé Viale já nos deu. (Maria Alzira Seixo)
segunda-feira, 6 de março de 2017
Conversa com José Pacheco Pereira
No passado dia 3 de Março a conversa com José Pacheco Pereira sobre Bibliotecas, Arquivos e a colecção Ephemera foi assim:
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