quarta-feira, 2 de maio de 2018
segunda-feira, 26 de março de 2018
O dia 25 de Abril de 1974 é o tema d'A CONVERSA COM ... Dois "rapazes" que o protagonizaram e dois repórteres que o testemunharam
No próximo dia 20 de Abril, sexta-feira, às 21.30 h na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, vamos falar sobre o dia 25 de Abril de 1974 e estar À conversa com... Adelino Gomes (jornalista), Alfredo Cunha (repórter fotográfico), Manuel Correia da Silva (furriel miliciano) e José Alves Costa (cabo apontador).
Jornalista
durante 42 anos na rádio, na televisão e na imprensa escrita, e Provedor do
Ouvinte da RDP (2008-2010).
Destacou-se
como jornalista na cobertura da “Revolução dos Cravos”.
É co-autor,
com Paulo Coelho e Pedro Laranjeira, do duplo álbum “O dia 25 de Abril”, relato
dos acontecimentos militares no Terreiro do Paço e no Largo do Carmo e, com
Alfredo Cunha do livro “Os rapazes dos tanques”.
Adelino
Gomes doutorou-se em Sociologia (especialidade em Sociologia da Comunicação, da
Cultura e da Educação) em 2011 pelo ISCTE-IUL.
ALFREDO CUNHA
Cobriu,
entre outros acontecimentos, o 25 de Abril de 1974, e foi fotógrafo dos
Presidentes da República António Ramalho Eanes e Mário Soares.
Foi editor
de fotografia em vários jornais e revistas, e tem publicados vários livros de
fotografia.
MANUEL CORREIA DA SILVA
Furriel
miliciano que, no dia 25 de Abril de 1974, comandou a chaimite “Bula” que
transportou Marcelo Caetano e ministros do regime deposto para a Pontinha a
caminho do exílio.
Foi, depois,
empresário gráfico, até a doença o obrigar a abandonar a actividade (2011).
JOSÉ ALVES COSTA
Cabo
apontador do carro de combate M 47 que, no dia 25 de Abril de 1974, desobedeceu
às ordens do brigadeiro Junqueira dos Reis para disparar sobre a coluna de
Santarém comandada por Salgueiro Maia.
José Alves
Costa reformou-se como funcionário da fábrica de pneus Continental Mabor.
E falaremos do Livro "Os rapazes dos tanques" - Histórias na primeira pessoa dos cavaleiros que em 1974 derrubaram a ditadura.
sexta-feira, 16 de março de 2018
quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018
À conversa com ... Mário Augusto
No próximo dia 9 de Março (2018), sexta feira, às 21.30 horas, na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, vamos estar à conversa com Mário Augusto a propósito do seu mais recente livro intitulado Caderno Diário da Memória: novos apontamentos da Sebenta do Tempo.
O Autor
Mário Augusto nasceu em março de 1963, em S. Félix da
Marinha, perto de Espinho.
É jornalista de televisão desde 1986, autor e apresentador
de vários programas de divulgação de cinema.
Começou a carreira no jornal "O Comércio do Porto". Colaborou
no "se7e", na revista "Sábado" e no "Público".
Foi um dos fundadores da "SIC". Trabalhou como radialista na "Rádio Comercial", na "Antena 1", na "Antena 3" e na "Rádio Nova", no Porto.
É o jornalista português que mais estrelas de cinema
entrevistou para televisão, contando mais de 2 mil entrevistas ao longo de 28
anos.
Fundou e dirigiu a revista "Cinemania".
Realizou e produziu documentários já premiados, foi autor de
argumentos para televisão. Na RTP criou e dirige o projecto Academia RTP,
destinado a formar e a descobrir novos criadores de audiovisual.
Coordena e apresenta o mais antigo magazine de cinema da
televisão portuguesa, o "Janela Indiscreta".
É casado e pai de 3 filhos. Vive onde sempre viveu, em
Espinho, uma paisagem à beira-mar que não troca por nada.
O Livro
O baú das memórias não tem fundo. E quando se começa a
vasculhar lá dentro, é difícil parar. Se pensou que ficou tudo dito (e
recordado) na Sebenta do Tempo, desengane-se. Mário Augusto tem uma memória
prodigiosa e promete fazê-lo recordar-se até do cheiro do dinheiro antigo.
Ainda se lembra quanto custava um bitoque? A festa que se podia fazer com 20
escudos? Como é que se construía um papagaio de papel? Então e o depilatório
Taky? Ainda há muito que recordar, e vai ver que gosta da viagem! «Há um ano,
chegava-lhes às mãos "A Sebenta do Tempo". Fui surpreendido
pela excelente receção que teve e, por isso, decidi continuar a vasculhar no
baú das recordações, tirando notas para passar a limpo as folhas do nosso
"caderno diário da memória".
O Gabriel Garcia Márquez disse: "Aquele que não tem
memória arranja uma de papel." Não quero que este livro tenha essa função,
mas sim que nos proporcione uma bela viagem ao que deixámos para trás. A
"Sebenta" e o "Caderno" complementam-se, tudo passado a
limpo para não apagar com a borracha do tempo. Divirtam-se, que eu cá
diverti-me!"
quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018
À conversa com... David Machado
No dia 26 de Janeiro (2018), sexta feira, às 21.30 horas, na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, estivemos à conversa com David Machado a propósito do seu mais recente livro intitulado Índice Médio de Felicidade. Essa interessante conversa foi assim.
quarta-feira, 10 de janeiro de 2018
À conversa com... David Machado
No próximo dia 26 de Janeiro (2018), sexta feira, às 21.30 horas, na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, vamos estar à conversa com David Machado a propósito do seu mais recente livro intitulado Índice Médio de Felicidade.
O Autor
David Machado nasceu em Lisboa em 1978. É autor do livro de
contos Histórias Possíveis e dos romances O Fabuloso Teatro
do Gigante, Deixem Falar as Pedras, muito aplaudidos pela
crítica. Em 2005, o seu conto infantil A Noite dos Animais Inventados
recebeu o Prémio Branquinho da Fonseca, da Fundação Calouste Gulbenkian e do
jornal Expresso, e desde então publicou mais quatro contos para crianças, Os
Quatro Comandantes da Cama Voadora, Um Homem Verde Num Buraco
Muito Fundo, O Tubarão na Banheira, distinguido com o
Prémio Autor SPA/RTP 2010 de Melhor Livro Infanto-Juvenil, A Mala
Assombrada. Os seus livros estão publicados em Itália, França, Brasil e
Marrocos. Os seus contos foram publicados em antologias e revistas literárias
em Itália, Alemanha, Noruega, Reino Unido, Islândia, Marrocos e Colômbia.
Traduziu os livros O Herói das Mulheres, de Adolfo Bioy Casares,
e Obrigada pelo Lume, de Mario Benedetti.
A Obra
Daniel tinha um plano, uma espécie de diário do futuro,
escrito num caderno. Às vezes voltava atrás para corrigir pequenas coisas, mas,
ainda assim, a vida parecia fácil – e a felicidade também. De repente, porém,
tudo se complicou: Portugal entrou em colapso e Daniel perdeu o emprego,
deixando de poder pagar a prestação da casa; a mulher, também desempregada,
foi-se embora com os filhos à procura de melhores oportunidades; os seus dois
melhores amigos encontram-se ausentes: um, Xavier, está trancado em casa há
doze anos, obcecado com as estatísticas e profundamente deprimido com o facto
de o site que criaram para as pessoas se entreajudarem se ter revelado um
completo fracasso; o outro, Almodôvar, foi preso numa tentativa desesperada de
remendar a vida. Quando pensa nos seus filhos e no filho de Almodôvar, Daniel
procura perceber que tipo de esperança resta às gerações que se lhe seguem. E
não quer desistir. Apesar dos escombros em que se transformou a sua vida, a sua
vontade de refazer tudo parece inabalável. Porque, sem futuro, o presente não
faz sentido.
Índice Médio de Felicidade é um romance admirável e
extremamente actual sobre um optimista que luta até ao fim pela sua vida e pela
felicidade daqueles que ama. Dramático e realista, mas com momentos
hilariantes, confirma o talento de David Machado como um dos melhores
ficcionistas da sua geração.
terça-feira, 12 de dezembro de 2017
À conversa com ... Marlene Ferraz
No passado dia 24 de Novembro, a conversa com a escritora Marlene Ferraz a propósito do seu mais recente livro intitulado As Falsas Memórias de Manoel Luz foi assim...
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