segunda-feira, 26 de março de 2018

O dia 25 de Abril de 1974 é o tema d'A CONVERSA COM ... Dois "rapazes" que o protagonizaram e dois repórteres que o testemunharam


No próximo dia 20 de Abril, sexta-feira, às 21.30 h na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, vamos falar sobre o dia 25 de Abril de 1974 e estar À conversa com... Adelino Gomes (jornalista), Alfredo Cunha (repórter fotográfico), Manuel Correia da Silva (furriel miliciano) e José Alves Costa (cabo apontador).





ADELINO GOMES

Jornalista durante 42 anos na rádio, na televisão e na imprensa escrita, e Provedor do Ouvinte da RDP (2008-2010).
Destacou-se como jornalista na cobertura da “Revolução dos Cravos”.
É co-autor, com Paulo Coelho e Pedro Laranjeira, do duplo álbum “O dia 25 de Abril”, relato dos acontecimentos militares no Terreiro do Paço e no Largo do Carmo e, com Alfredo Cunha do livro “Os rapazes dos tanques”.

Adelino Gomes doutorou-se em Sociologia (especialidade em Sociologia da Comunicação, da Cultura e da Educação) em 2011 pelo ISCTE-IUL.



ALFREDO CUNHA

Repórter fotográfico. Iniciou a sua carreira no “Notícias da Amadora” (1971) passando, depois, pelo “O Século” e o “Século Ilustrado” (1972), a “Agência Noticiosa Portuguesa – ANOP” (1977), e as agências “Notícias de Portugal” (1982) e “Lusa” (1987).
Cobriu, entre outros acontecimentos, o 25 de Abril de 1974, e foi fotógrafo dos Presidentes da República António Ramalho Eanes e Mário Soares.
Foi editor de fotografia em vários jornais e revistas, e tem publicados vários livros de fotografia.




MANUEL CORREIA DA SILVA

Furriel miliciano que, no dia 25 de Abril de 1974, comandou a chaimite “Bula” que transportou Marcelo Caetano e ministros do regime deposto para a Pontinha a caminho do exílio.
Foi, depois, empresário gráfico, até a doença o obrigar a abandonar a actividade (2011).







JOSÉ ALVES COSTA

Cabo apontador do carro de combate M 47 que, no dia 25 de Abril de 1974, desobedeceu às ordens do brigadeiro Junqueira dos Reis para disparar sobre a coluna de Santarém comandada por Salgueiro Maia.
José Alves Costa reformou-se como funcionário da fábrica de pneus Continental Mabor.



E falaremos do Livro "Os rapazes dos tanques"  - Histórias na primeira pessoa dos cavaleiros que em 1974 derrubaram a ditadura.



quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

À conversa com ... Mário Augusto

No próximo dia 9 de Março (2018), sexta feira, às 21.30 horas, na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, vamos estar à conversa com Mário Augusto  a propósito do seu mais recente livro intitulado Caderno Diário da Memória: novos apontamentos da Sebenta do Tempo.

O Autor

Mário Augusto nasceu em março de 1963, em S. Félix da Marinha, perto de Espinho.
É jornalista de televisão desde 1986, autor e apresentador de vários programas de divulgação de cinema.
Começou a carreira no jornal "O Comércio do Porto". Colaborou no "se7e", na revista "Sábado" e no "Público".
Foi um dos fundadores da "SIC". Trabalhou como radialista na "Rádio Comercial", na "Antena 1", na "Antena 3" e na "Rádio Nova", no Porto.
É o jornalista português que mais estrelas de cinema entrevistou para televisão, contando mais de 2 mil entrevistas ao longo de 28 anos.
Fundou e dirigiu a revista "Cinemania".
Realizou e produziu documentários já premiados, foi autor de argumentos para televisão. Na RTP criou e dirige o projecto Academia RTP, destinado a formar e a descobrir novos criadores de audiovisual.
Coordena e apresenta o mais antigo magazine de cinema da televisão portuguesa, o "Janela Indiscreta".
É casado e pai de 3 filhos. Vive onde sempre viveu, em Espinho, uma paisagem à beira-mar que não troca por nada.


O Livro

O baú das memórias não tem fundo. E quando se começa a vasculhar lá dentro, é difícil parar. Se pensou que ficou tudo dito (e recordado) na Sebenta do Tempo, desengane-se. Mário Augusto tem uma memória prodigiosa e promete fazê-lo recordar-se até do cheiro do dinheiro antigo. Ainda se lembra quanto custava um bitoque? A festa que se podia fazer com 20 escudos? Como é que se construía um papagaio de papel? Então e o depilatório Taky? Ainda há muito que recordar, e vai ver que gosta da viagem! «Há um ano, chegava-lhes às mãos "A Sebenta do Tempo". Fui surpreendido pela excelente receção que teve e, por isso, decidi continuar a vasculhar no baú das recordações, tirando notas para passar a limpo as folhas do nosso "caderno diário da memória".

O Gabriel Garcia Márquez disse: "Aquele que não tem memória arranja uma de papel." Não quero que este livro tenha essa função, mas sim que nos proporcione uma bela viagem ao que deixámos para trás. A "Sebenta" e o "Caderno" complementam-se, tudo passado a limpo para não apagar com a borracha do tempo. Divirtam-se, que eu cá diverti-me!"

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

À conversa com... David Machado

No  dia 26 de Janeiro (2018), sexta feira, às 21.30 horas, na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, estivemos à conversa com David Machado  a propósito do seu mais recente livro intitulado Índice Médio de Felicidade. Essa interessante conversa foi assim.







quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

À conversa com... David Machado

No próximo dia 26 de Janeiro (2018), sexta feira, às 21.30 horas, na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, vamos estar à conversa com David Machado  a propósito do seu mais recente livro intitulado Índice Médio de Felicidade.


O Autor
David Machado nasceu em Lisboa em 1978. É autor do livro de contos Histórias Possíveis e dos romances O Fabuloso Teatro do Gigante, Deixem Falar as Pedras, muito aplaudidos pela crítica. Em 2005, o seu conto infantil A Noite dos Animais Inventados recebeu o Prémio Branquinho da Fonseca, da Fundação Calouste Gulbenkian e do jornal Expresso, e desde então publicou mais quatro contos para crianças, Os Quatro Comandantes da Cama Voadora, Um Homem Verde Num Buraco Muito Fundo, O Tubarão na Banheira, distinguido com o Prémio Autor SPA/RTP 2010 de Melhor Livro Infanto-Juvenil, A Mala Assombrada. Os seus livros estão publicados em Itália, França, Brasil e Marrocos. Os seus contos foram publicados em antologias e revistas literárias em Itália, Alemanha, Noruega, Reino Unido, Islândia, Marrocos e Colômbia. Traduziu os livros O Herói das Mulheres, de Adolfo Bioy Casares, e Obrigada pelo Lume, de Mario Benedetti.

A Obra
Daniel tinha um plano, uma espécie de diário do futuro, escrito num caderno. Às vezes voltava atrás para corrigir pequenas coisas, mas, ainda assim, a vida parecia fácil – e a felicidade também. De repente, porém, tudo se complicou: Portugal entrou em colapso e Daniel perdeu o emprego, deixando de poder pagar a prestação da casa; a mulher, também desempregada, foi-se embora com os filhos à procura de melhores oportunidades; os seus dois melhores amigos encontram-se ausentes: um, Xavier, está trancado em casa há doze anos, obcecado com as estatísticas e profundamente deprimido com o facto de o site que criaram para as pessoas se entreajudarem se ter revelado um completo fracasso; o outro, Almodôvar, foi preso numa tentativa desesperada de remendar a vida. Quando pensa nos seus filhos e no filho de Almodôvar, Daniel procura perceber que tipo de esperança resta às gerações que se lhe seguem. E não quer desistir. Apesar dos escombros em que se transformou a sua vida, a sua vontade de refazer tudo parece inabalável. Porque, sem futuro, o presente não faz sentido.
Índice Médio de Felicidade é um romance admirável e extremamente actual sobre um optimista que luta até ao fim pela sua vida e pela felicidade daqueles que ama. Dramático e realista, mas com momentos hilariantes, confirma o talento de David Machado como um dos melhores ficcionistas da sua geração.



terça-feira, 12 de dezembro de 2017

À conversa com ... Marlene Ferraz

No passado dia 24 de Novembro, a conversa com a escritora Marlene Ferraz a propósito do seu mais recente livro intitulado As Falsas Memórias de Manoel Luz foi assim...







segunda-feira, 20 de novembro de 2017

No próximo dia 24 de Novembro, sexta feira, às 21.30 horas, na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, vamos estar à conversa com a escritora Marlene Ferraz a propósito do seu mais recente livro intitulado As Falsas Memórias de Manoel Luz.


Marlene Ferraz
Com o ofício da psicologia, tem vindo a dedicar-se à escrita como um exercício de decomposição da experiência e alinhamento da desordem. Com um amor particular pelo conto, tem publicado Na Terra dos Homens (prémio Miguel Torga 2008), O Amargo das Laranjas (prémio Florêncio Terra 2008) e O Tempo do Senhor Blum e outros contos (prémio Afonso Duarte 2012). A Vida Inútil de José Homem (prémio Agustina Bessa-Luís 2012) revelou-se o primeiro romance e As Falsas Memórias de Manoel Luz a inevitável continuidade  . 

O livro
Após a morte de um grande editor, Manoel Luz, também ele um homem dos livros, é confrontado com inesperados segredos que o obrigam a suspeitar da verdade e a recompor a sua narrativa de vida com tantos desacertos e acasos. Depois da revolução de Abril, também o livreiro começa uma inevitável renovação na matéria mais íntima. O encontro inexplicável com a rapariga estrangeira, a filha imprevista com nome de flor bravia e o rapaz louco acompanham Manoel Luz nesta revelação de uma realidade improvável, mais deformada e duvidosa mas compensada pela amplitude da afeição.