segunda-feira, 8 de maio de 2017

À conversa com..ONÉSIMO TEOTÓNIO DE ALMEIDA

No próximo dia 26 de Maio, sexta feira, às 21.30 horas, na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, vamos estar à conversa com o escritor Onésimo Teotónio de Almeida a propósito do seu mais recente livro intitulado A obsessão da portugalidade.




A OBRA

Enquanto meio mundo se consome na busca de uma identidade - deficitária, perdida, indefinida -, Portugal tem demasiada identidade, e cuida-a com excessivos desvelos sentimentais e saudosistas. Uma manifestação superficial disso será, por exemplo, a paroxística paixão recente pelo fado e seus novos intérpretes, que brotam do chão a cada hora que passa. Onésimo vai mais fundo e, no tom (certo) que lhe é próprio, com a clareza que a distância lhe permite, e a sua mistura habitual de humor e erudição, analisa e disseca os nossos meandros identitários.

O AUTOR

Estudou no Seminário de Angra do Heroísmo, bacharelou-se na Universidade Católica de Lisboa. Desde 1972 nos Estados Unidos, fez mestrado e doutoramento em Filosofia na Brown University, onde é catedrático no Departamento de Estudos Portugueses e Brasileiros (foi seu director durante doze anos), no Wayland Collegium for Liberal Learning Renaissance and Early Modern Studies da mesma universidade, leccionando cursos interdisciplinares sobre valores e história cultural e das ideias.
Além de vários livros de ensaios, tem centenas de artigos dispersos que ultimamente tem reunido em volumes temáticos: De Marx a Darwin – a desconfiança das ideologias (2009, Prémio Seeds of Science 2010 para Ciências Sociais e Humanidades), O Peso do Hífen- Ensaios sobre a experiência luso-americana (2010) e Pessoa, Portugal e o Futuro (2014). Publicou ainda Utopias em Dói Menor – Conversas transatlânticas com Onésimo, conduzidas por João Maurício Brás (Gradiva, 2012).
No género de crónica e conto, as suas mais recentes colectâneas são Quando os Bobos Uivam (Clube do Autor, 2013), Aventuras de um Nabogador – Estórias em Sanduíche (Bertrand, 2007) e Livro-me do Desassossego (Temas e Debates, 2006). Onésimo. Português Sem Filtro (Clube do Autor, 2011) é uma antologia de cinco livros esgotados.
Colaborador permanente do Jornal de Letras, é membro da Academia Internacional de Cultura Portuguesa e da Academia da Marinha e Doutor Honoris Causa pela Universidade de Aveiro.

Conversa com José Viale Moutinho

No passado dia 5 de Maio de 2017, a conversa com o escritor José Viale Moutinho foi assim:




segunda-feira, 24 de abril de 2017

À conversa com... José Viale Moutinho

No próximo dia 5 de Maio, sexta feira, às 21.30 horas, na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, vamos estar à conversa com o escritor José Viale Moutinho a propósito do seu mais recente livro intitulado Quatro manhãs de nevoeiro

 O AUTOR

Nasceu no Funchal. Das suas obras, as mais recentes: de ficção Velhos Deuses Empalhados, Águas Negras e A Batalha de Covões; de poesia Anjos Cobertos de Pó; de teatro A Noite de Ravensbruck e Representações Domésticas; e de investigação Camilo Castelo Branco: Memórias Fotobiográficas, Um Jantar de Escritores,À Lareira: Literatura Popular Portuguesa,O Livro Português das Fábulas, Portugal Lendário. Literatura de Cordel e Primeira Linha de Fogo. Também escreveu numerosos livros para jovens e crianças ,nomeadamente: Os Meus Misteriosos Pais, Fernando Pessoa , As Visitas do Pai, Pedro Pescador, Chamo-me Kafka. Chamo-me Amadeo, etc. JVM recebeu recentemente a Medalha de Honra da Sociedade Portuguesa de Autores. Anteriormente: o Grande Prémio do Conto Camilo Castelo Branco, Prémio Rosalía de Castro, do Pen Clube da Galiza, Menção Honrosa do Prémio Grémio Literário, Premio de Periodismo EI Adelanto, Prémio de Reportagem Norberto Lopes e, entre outros, o Pedrón de Honra (Fundación Pedrón de Ouro, Santiago de Compostela) e os Prémios Edmundo Bettencourt em poesia e ficção. Quatro Manhãs de Nevoeiro é a quarta novela do autor. 

 Excertos da crítica:

Livro após livro, nunca sabemos o que esperar da ficção de JVM. Os enredos engenhosos, o português sofisticado. a erudiçãoo faceta. a intencionalidade política e o tom satírico ou lúbrico são elementos constantes. Mas cada volume é uma novidade, uma surpresa. (Pedro Mexia) 

Águas Negras, com a presença orientadora do narrador de bastidores, com as emoções e juízos do autor implícito, entidade intermediária, é um livro que revela ao leitor, num inovador arabesco modo de romancear (através do conto), uma curiosa necessidade de incomodar. (José Emílio-Nelson) 

Eis um livro de contos que impressiona, agarra, muitas vezes diverte , e é bem escrito: Águas Negras do veterano José Viale Moutinho, inestancável. Para mim, é do melhor que o Zé Viale já nos deu. (Maria Alzira Seixo)

segunda-feira, 6 de março de 2017

Conversa com José Pacheco Pereira

No passado dia 3 de Março a conversa com José Pacheco Pereira sobre Bibliotecas, Arquivos e a colecção Ephemera foi assim:



terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

À conversa com... José Pacheco Pereira

No próximo dia 3 de Março, às 21,30 horas, na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo,  vamos estar à conversa com José Pacheco Pereira a propósito da colecção EPHEMERA.

José Pacheco Pereira



Nasceu no Porto, em 1949. Participou na luta contra a ditadura antes do 25 de Abril. Foi professor de vários graus de ensino. Foi deputado na Assembleia da República e no Parlamento Europeu, e dirigente do PSD. Publicou mais de uma dezena de livros sobre história e política. Colabora regularmente na imprensa escrita, na rádio e na televisão. É autor do programa da SIC Notícias Ponto Contraponto e faz parte do

painel do mais antigo debate político português: Quadratura do Círculo. É autor dos blogues «Abrupto», «Estudos sobre o Comunismo» e «Ephemera». Dedica-se desde há muito à preservação de livros, periódicos, documentos e objectos ligados à memória da história contemporânea portuguesa. Criou e mantém o ARQUIVO / BIBLIOTECA EPHEMERA, o maior arquivo privado português.



Colecção EPHEMERA 


Com organização de José Pacheco Pereira, historiador, professor universitário, político e comentador político português, a Tinta-da-China edita a nova coleção Ephemera, em que serão publicados materiais da biblioteca e arquivos pessoais.

Pacheco Pereira reuniu ao longo de décadas o Arquivo e Biblioteca Ephemera, um acervo constituído pela biblioteca de família, pelas aquisições do próprio desde a década de 60 e por muitas doações. A coleção é constituída por uma série de inventários, catálogos, guias de referência, fontes primárias, manuscritos, correspondência, originais dactilografados, panfletos, cartazes, fotografias, autocolantes e iconografia diversa.

O arquivo constitui um universo de materiais históricos e políticos imenso e inédito, que ficará agora publicamente disponível através dos livros da coleção Ephemera. Os títulos até agora publicados são:



- Autocolantes do PPD: Catálogo 1974-1976. (2015)

- Amorzinho – Correspondência entre Maria de Lourdes e Alfredo de 1934 a -1943. (2015)

- Luz nos livros: 30 fotografias estenopeicas. (2015)

- A conquista das almas. (2016)

- Uma nova concepção de luta: materiais para a história da LUAR e da resistência armada em Portugal. (2016)



Baseado em: https://espalhafactos.com/2015/09/12/tinta-da-china-edita-nova-colecao-com-pacheco-pereira/

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

À conversa com Mário Augusto



Mário Augusto esteve connosco, às 21:30 do dia 13 de Janeiro de 2017 (Sexta-feira), na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, para a já habitual «À conversa com...», trazendo-nos como mote e à memória de cada um de nós A Sebenta do Tempo: manual de memória para esquecidos, a nostalgia e as saudades do nosso tempo da juventude, um tempo em que os telemóveis eram coisa de ficção científica e em que uma viagem de Lisboa ao Porto demorava meio dia.


Este ilustre jornalista abriu, assim, para gáudio dos sexagenários, o baú das recordações e guiou-nos numa viagem ao arquipélago da memória, parando em todas as estações e apeadeiros e prometeu não deixar marco histórico por visitar.


Neste «À conversa com…», Mário Augusto trouxe-nos, de uma forma peculiar, à memória um Manual de Memórias para Esquecidos: Por que é que aos 15 anos o verão nos parecia mais azul? Como se relacionam uma cassete de áudio e uma caneta BIC? E que recordações associamos ao Hotel California, dos Eagles?


Viajando no tempo para recordar os bons velhos tempos, em «A Sebenta do Tempo», neste Manual de Memórias para Esquecidos, Mário Augusto compila as mais queridas recordações de infância daqueles que a viveram entre as décadas de 60 e 70, prometendo momentos saudosistas e revivalistas aos que acarinham memórias da meninice: entre Lambarices e Guloseimas, Leituras e BD, Gira-Discos e Cassetes Piratas no Parque de Diversões, o autor guia os leitores numa autêntica expedição ao passado.


Sendo uma figura acarinhada pelo público devido ao seu trabalho em Cinema, Mário Augusto desafia todos os leitores a imergir no passado e a partilhar as suas memórias neste livro que, com um grafismo muito original, que lembra um diário de recortes, proporciona-nos verdadeiros momentos de nostalgia e de lembrança.


A título de curiosidade, diremos que Mário Augusto nasceu em Março de 1963, em S. Félix da Marinha, perto de Espinho. Jornalista de televisão desde 1986, autor e apresentador de vários programas de divulgação de cinema.


Começou a carreira no jornal O Comércio do Porto. Colaborou no Se7e, na revista Sábado e no Público. Foi um dos fundadores da SIC. Trabalhou como radialista na Rádio Comercial, na Antena 1, na Antena 3 e na Rádio Nova, no Porto.


É o jornalista português que mais estrelas de cinema entrevistou para televisão, contando mais de 2 mil entrevistas ao longo de 28 anos. Fundou e dirigiu a revista Cinemania, realizou e produziu documentários já premiados, foi autor de argumentos para televisão. Na RTP criou e dirige o projeto Academia RTP, destinado a formar e a descobrir novos criadores de audiovisual.


Coordena e apresenta o mais antigo magazine de cinema da televisão Portuguesa, o Janela Indiscreta. É casado e pai de 3 filhos. Vive onde sempre viveu, em Espinho, uma paisagem à beira-mar que não troca por nada.
          Foi uma jornada cultural muito participada, agradável e bem-humorada.