quarta-feira, 29 de junho de 2016

À conversa com... Cristina Carvalho

No próximo dia 15 de Julho, sexta feira, às 21.30 horas, na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, vamos estar à conversa com a escritora Cristina Carvalho a propósito do seu mais recente livro intitulado  NO Olhar e a Alma.


A Autora

Cristina Carvalho nasceu em Lisboa a 10 de Novembro de 1949. Durante a sua actividade profissional, contactou com milhares de pessoas e visitou inúmeros países, sendo a Escandinávia e o Oeste português as regiões que mais ama e que mais influência exercem sobre o seu imaginário e a sua personalidade enquanto transitório ser humano do sexo feminino, habitante do planeta Terra e, por acaso, escritora. Não por acaso, nesta sua actividade a que não chama profissional, é já autora de oito livros, com o presente, e outros seguirão. Até à data, tem publicados: Até já não é adeus (1989); Momentos Misericordiosos (1992); Ana de Londres (1996); Estranhos Casos de Amor (2003); O Gato de Uppsala (2009, seleccionado para o Plano Nacional de Leitura); Nocturno: o Romance de Chopin (2009); Tarde Fantástica (2011), A Casa das Auroras (2011), Lusco-Fusco (2012, PNL), Marginal (2013), Quatro Cantos do Mundo (2014, PNL).


O Livro

Baseado na vida de Amedeo Modigliani, o mítico pintor italiano cuja obra é considerada uma das mais importantes do século XX e a vida apesar de inspirar um fenómeno de culto, não é, afinal, tão conhecida quanto se pensa, Cristina Carvalho regressa ao terreno da ficção biográfica com um romance que põe em cena o pintor, contando-nos ele próprio a sua vida sempre difícil, muitas vezes miserável, conduzida pela paixão à arte, amparada por mulheres apaixonadas e alguns raros homens que lhe reconheceram o talento.


Da luta contra a doença desde a infância à luta pelo reconhecimento numa Paris onde o génio borbulhava em todo o tipo de manifestações e a concorrência era muitas vezes impiedosa, mas onde a generosidade e a solidariedade encontravam também terreno fértil, Modi será sempre um príncipe exilado, por quem as mulheres se apaixonam sem apelo, por quem Picasso nutrirá uma antipatia feroz, em quem Amadeo de Souza Cardoso verá o génio artístico que muitos outros se recusam a ver, oferecendo-lhe amizade e exposição no seu atelier.

Fotos da conversa com Alberto S. Santos







quinta-feira, 2 de junho de 2016

À conversa com... Alberto S. Santos

No próximo dia 24 de junhosexta feira, às 21.30 horas, na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, vamos estar à conversa com o escritor Alberto S. SantosNesta sessão será apresentado o seu último livro intitulado "Para lá de Bagdad".

O Autor

Alberto S. Santos é formado em Direito pela Universidade Católica Portuguesa. É natural de Paço de Sousa, Penafiel, onde reside.
Publicou os bestsellers A Escrava de Córdova (2008), A Profecia de Istambul (2010), O Segredo de Compostela (2013) e Para lá de Bagdad (2016). Participa também na Coletânea de Contos de autores lusófonos Roça Língua (2014).



O Livro

A 21 de junho de 921, Ahmad ibn Fadlan, emissário do califa, parte de Bagdad para uma arriscada missão na Bulgária do Volga, na Rússia atual. Para trás, deixa os mestres e companheiros da Casa da Sabedoria, que ergueram a época dourada do Islão.

Os perigos que encontra ao longo do caminho levam Ahmad a alterar o rumo da viagem e a dirigir-se para as terras nórdicas do sol da meia-noite. Ao longo da jornada, vive um amor proibido com Zobaida, a bela escrava do tio, que o faz repensar toda a sua existência.

Por entre climas adversos, costumes bárbaros de povos não civilizados e inesperados jogos de poder, o emissário do califa descobre um desconcertante mundo novo. Ao mesmo tempo, em Bagdad, assiste-se ao início de uma nova era: os sábios são perseguidos e os livros queimados na praça.


Um romance envolvente sobre um dos momentos mais intrigantes da História da Idade Média, que dá a conhecer os alicerces de uma civilização ainda hoje tão deslumbrante quanto desconhecida.

Mensagem de Ana Margarida de Carvalho a propósito da conversa realizada no passado dia 27 de Maio


Fotos da conversa com Ana Margarida de Carvalho









sexta-feira, 6 de maio de 2016

À conversa com... Ana Margarida de Carvalho

No próximo dia 27 de Maio, sexta feira, às 21.30 horas, na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, vamos estar à conversa com a escritora Ana Margarida de Carvalho a propósito do seu mais recente livro intitulado  Não se pode morar nos olhos de um gato.

A Autora

Ana Margarida de Carvalho nasceu em Lisboa, onde se licenciou em Direito pela Universidade de Lisboa.
O seu primeiro romance Que Importa a Fúria do Mar venceu por unanimidade o Grande Prémio de Romance e Novela APE/DGLAB em 2013 e foi finalista de muitos dos principais prémios literários referentes à data de publicação.
As suas reportagens valeram-lhe uma dezena de distinções, entre as quais o Prémio Revelação Gazeta, do Clube de Jornalistas de Lisboa, e o Prémio Nacional Alexandre Herculano, do Clube de Jornalistas do Porto.
Repórter, cronista, guionista, crítica de cinema, tem contos espalhados por várias publicações e colectâneas, foi prefaciadora da reedição de Alexandra Alpha, de José Cardoso Pires (Relógio d'Água) e é co-autora, com Sérgio Marques, do livro infantil A Arca do É (Teorema). Não se Pode Morar nos Olhos de um Gato, é o seu segundo romance.

O Livro

Em finais do século XIX, já depois da abolição da escravatura, um tumbeiro clandestino naufraga ao largo do Brasil.
Um grupo de náufragos atinge uma praia intermitente, que desaparece na maré cheia: um capataz, um escravo, um mísero criado, um padre, um estudante, uma fidalga e sua filha, um menino pretinho ainda a dar os primeiros passos... Todos são vencedores na morte, perdedores na vida.
O mar, ao contrário dos seus antecedentes quotidianos, dá-lhes agora uma segunda oportunidade, duas vezes por noite, duas vezes por dia.
Ao contrário do que pensam, não estão sós naquele cárcere, com os penhascos enquanto sentinelas, cercados de infinitos, entre o céu e o oceano. Trazem com eles todos os seus remorsos, todos os seus fantasmas. E mais difícil do que fazerem-se ao mar ou escalarem precipícios será ultrapassarem os preconceitos: os de raça, os de classe social, os de género, os de credo.
Para sobreviverem, terão de se transformar num monstro funcional com muitos braços e muitas cabeças; serão tanto mais deuses de si próprios quanto mais se tornarem humanos e conseguirem um estado de graça a que poucos terão acesso: a capacidade de se colocarem na pele do outro.


Depois do aplauso unânime a Que Importa a Fúria do Mar, Ana Margarida de Carvalho regressa à ficção com um romance poderoso, brilhante e avassalador.