quinta-feira, 30 de maio de 2019

quarta-feira, 15 de maio de 2019

À conversa com... Mário Augusto


No próximo dia 24 de Maio, pelas 21.30 horas, na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal, vamos estar à conversa com MÁRIO AUGUSTO a propósito do seu mais recente livro intitulado "Janela indiscreta - o que dizem as estrelas".


O Livro


Ao longo de 30 anos de carreira na televisão, Mário Augusto realizou mais de duas mil entrevistas de cinema, sendo o jornalista português que mais estrelas entrevistou. Com algumas, a convivência e os reencontros enriqueceram as conversas, que foram muito para além do mais recente filme ou escândalo de Hollywood. 
Nos 15 anos do Janela Indiscreta, Mário Augusto selecionou as suas melhores entrevistas a 25 dos maiores nomes da indústria cinematográfica. 
Ilustrado com caricaturas certeiras de André Carrilho. Tal e qual!



O Autor


Mário Augusto nasceu em Março de 1963, em São Félix da Marinha, perto de Espinho. É jornalista de televisão desde 1986, autor e apresentador de vários programas de divulgação de cinema. E o jornalista português que mais estrelas de cinema entrevistou para televisão, fez mais de duas mil entrevistas ao longo dos últimos 30 anos. Coordena e apresenta o mais antigo magazine de cinema da televisão portuguesa, o Janela Indiscreta, programa que em 2018 foi distinguido pela Sociedade Portuguesa de Autores como o melhor programa de entretenimento cultural da televisão portuguesa. Esteve na fundação da SIC, em 2009 regressou a RTP, trabalhou na rádio e é colaborador habitual de diversos jornais e revistas. É casado e pai de três filhos. Vive onde sempre viveu, em Espinho, uma paisagem a beira-mar que não troca por nada.

quinta-feira, 2 de maio de 2019

segunda-feira, 15 de abril de 2019

À conversa com... Sérgio Godinho

No próximo dia 26 de Abril (2019), sexta feira, às 21.30 horas, na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, vamos estar à conversa com SÉRGIO GODINHO a propósito do  seu mais recente livro intitulado "Estocolmo".


O Autor

Sérgio Godinho nasceu no Porto e aí viveu até aos vinte anos, altura em que saiu de Portugal. Estudou Psicologia em Genève durante dois anos, antes de tomar a decisão «para a vida» de se dedicar às artes. Foi ator de teatro e começou a exercitar a escrita de canções nos finais dos anos 1960. É de 1971 o seu primeiro álbum, Os Sobreviventes, seguido de mais trinta até aos dias de hoje. Sérgio Godinho é um dos músicos portugueses mais influentes dos últimos quarenta e cinco anos. Sobre si próprio disse: «Não vivo se não criar, não crio se não viver. Essa balança incerta sempre foi a pedra de toque da minha vida.» O seu percurso espelha, precisamente, essa poderosa interação entre a vida e a arte. Voz polifónica, Sérgio Godinho levou frequentemente a sua escrita a outras paragens. Guiões de cinema (Kilas, o Mau da Fita), peças de teatro (Eu, Tu, Ele, Nós, Vós, Eles!), séries de televisão, histórias infantojuvenis (O Pequeno Livro dos Medos), poesia (O Sangue por Um Fio), crónicas (Caríssimas Quarenta Canções), entre vários exemplos. Estreou-se na ficção com Vidadupla, um conjunto de contos publicado em 2014, a que se seguiu o seu primeiro romance, Coração Mais Que Perfeito, e agora Estocolmo.


A Obra

Quando Vicente responde ao anúncio de um quarto para alugar, descobre que a senhoria é Diana Albuquerque, a célebre pivô do telejornal das oito. A estupefação inicial do estudante - assim que ela lhe abre a porta - rapidamente se transforma numa forte atração mútua. Diana tem o dobro da idade de Vicente, mas é bela, sensual e respira aquela serena autoridade que conquista o espectador mais renitente. Vicente muda-se para casa de Diana, ocupando o quarto no sótão; e Diana ocupa-lhe a cama. Mas não é apenas a mulher complexa e carente que depressa mostra ser; fazendo jus ao nome, Diana é também uma predadora.
E, uma manhã, Vicente acorda para a estranha realidade de estar trancado no seu novo quarto. É vítima de sequestro, mas está apaixonado pela sua sequestradora. Finalmente, a entrada em cena da mãe de Diana - tão bela quanto a filha - vai mudar tudo.

quinta-feira, 28 de março de 2019

À conversa com José Pedro Castanheira, António Caeiro e Natal Vaz

A conversa com José Pedro Castanheira, António Caeiro e Natal Vaz, na sessão de apresentação do livro "A Queda de Salazar" por José Pacheco Pereira, no passado dia 22 de Março (2019) foi assim:









terça-feira, 19 de março de 2019

À conversa com... José Pedro Castanheira, António Caeiro e Natal Vaz

No próximo dia 22 de Março (2019), sexta feira, às 21.30 horas, na Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, vamos estar à conversa com os jornalistas JOSÉ PEDRO CASTANHEIRA, ANTÓNIO CAEIRO e NATAL VAZ numa sessão de apresentação do livro intitulado "A queda de Salazar: o princípio do fim da ditadura", que será apresentado por JOSÉ PACHECO PEREIRA. 


OS AUTORES


José Pedro Castanheira (Lisboa, 1952) é jornalista profissional desde 1974. Tem formação em Economia e uma pós-graduação em Jornalismo. Trabalhou em jornais como A Luta, O jornal e, durante 28 anos, o Expresso. Tem-se dedicado à grande reportagem e ao jornalismo de investigação, e ganhou alguns dos mais prestigiados galardões atribuídos em Portugal, entre os quais o Prémio Nacional de Reportagem de Imprensa (1993) e o Grande Prémio Gazeta (2002). É autor de uma dezena de livros, nomeadamente Quem Mandou Matar Amílcar Cabral? (1995, editado também em Itália e França); Macau: Os últimos cem dias do império (2000); A Filha Rebelde (com Valdemar Cruz, 2003, editado também em Espanha); Os Dias Loucos do PREC (com Adelino Gomes, 2006); e Jorge Sampaio: uma biografia (2 vols., 2012/2017).

António Caeiro (Moscavide, 1949) é jornalista profissional desde 1975, com experiência em jornais diários, rádio e semanários. Ingressou em 1978 na agência noticiosa ANOP, antecessora da Lusa, onde trabalhou até 2015, tendo passado por Cabo Verde (dois anos) e depois por Pequim (19). É autor de três livros: Pela China Dentro: Uma viagem de doze anos (2004), Novas Coisas da China (2013) e Peregrinação Vermelha (2016).

Natal Vaz (Lisboa, 195o) é licenciada em Filologia Germânica pela Faculdade de Letras de Lisboa. Entrou para a redação do diário A Capital em 1972. Foi cooperante em Cabo Verde, na revista Mudjer (1984-85). Trabalhou no jornal Página Um, na ANOP e, desde 1987, na agência Lusa, onde foi editora-adjunta das secções África e Internacional, bem como redatora principal. Integrou a direção do Sindicato dos Jornalistas, o extinto Conselho de Imprensa e a Comissão da Carteira Profissional de Jornalista.




O LIVRO

“Governou Portugal durante quase quatro décadas, mas nunca se deu a conhecer. A sua opção foi mesmo a de esconder tudo, de todos. O presidente do Conselho não prestava contas do que fazia, nem de como vivia.
Salazar acabou por ser afastado na sequência da queda de uma cadeira, no forte onde passava férias. Foi em setembro de 1968. Operado de urgência ao cérebro, quase recuperou, mas dias depois sofreu um AVC. Esteve em coma, melhorou e voltou para a residência oficial do presidente do Conselho. Até morrer, quase dois anos mais tarde, ninguém ousou dizer-lhe que já não era ele quem mandava, numa farsa só possível num país dominado pelo medo e pela censura. O sucessor — Marcello Caetano — não conseguiu impor-se e, sem o seu fundador, a ditadura não sobreviveu muito mais tempo.
Este livro retrata um ditador singular, que defendeu um império do Minho a Timor mas nunca visitou nenhuma colónia, só saiu do país para se encontrar com Franco em Espanha e andou uma única vez de avião para ir ao Porto.
Escrito e investigado por três jornalistas, descreve também o Portugal triste e pobre daquela época, apoiado em mais de uma centena de testemunhos, revelando episódios até agora desconhecidos sobre a governação de Salazar e a sua vida.”

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

A conversa com Júlio Machado Vaz foi assim....

A conversa com o Professor Júlio Machado Vaz, na Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, no dia 8 de Fevereiro (2019) pelas 21.30 horas, foi assim:

 Mensagem que o Professor Júlio Machado Vaz deixou: